Livros e BookCrossing
05 de maio, 2008

Outro dos meus favoritos:
Kathryn e Byron Jackson (texto) e Eloise Wilkin (ilustrações), My Toy Box. Nova Iorque, Simon and Schuster, 1952.
26 de abril, 2008
Uns perdidos, muitos desfeitos, todos amados, companheiros de três gerações, nossos livros lá de casa.
Estes, entre muitos outros:
Chihiro Iwasaki, Mon oiseau est revenu.
Charlotte Zolotow e Maurice Sendak, Mr. Rabbit and the Lovely Present.
Albertine Deletaille, La boîte à soleil.
E, para conhecer outros, Vintage kid's books my kids love.
20 de abril, 2008
De tanto os vermos em muito pequenos, há livros cujos pormenores nos ficam para sempre tatuados na memória, cujos desenhos se tornam arquétipos, cujo traço nos ensina a desenhar. Este é um dos meus (porque o foi antes da minha mãe). Finalmente reeditado, já encomendado, vou poder finalmente pô-lo nas mãos pequeninas e gulosas cá de casa. Viva!
03 de abril, 2008



Detalhes de um livro dos anos 30 sobre detalhes e acabamentos. Como coser um botão de reserva, rematar pregas, fazer moldes, golas, bolsos, folhos, como era fazer roupa antes das máquinas de corte e cose. Tenho pena de não o saber ler, mas as fotografias e ilustrações são lindas.
06 de março, 2008

O mais provável é que a E. frequente durante a pré-primária durante o próximo ano lectivo (obrigada por todos os comentários). Apesar de já ler. Por experiência própria (primeira-classe aos cinco anos e primeiro ano da faculdade aos dezassete) também acho que não se ganha grande coisa em ser das mais novas da turma. Mas as dúvidas e inquietações não ficam por aí. Público vs. privado, que pedagogias, que orçamento e, sobretudo, a que professora (mas há homens professores primários, ou não há?) vou eu confiar a E. quando for a altura?
As fotografias são de um lindíssimo livro que a E. recebeu nos anos (olá Inês): A Minha Primeira Enciclopédia da Verbo, editada em Português em 1981 e magnificamente ilustrada por H. Pothorn.
31 de dezembro, 2007


Bébés du Monde é um livro de ver e de ler sobre bebés dos outros continentes. Vale a pena pelas fotografias, mas também pelos textos e pela bibliografia, esclarecedores sobre aspectos que os documentários raramente abordam: como se vestem, lavam, e levam (e pintam, massajam, benzem, etc.) os recém-nascidos por esse mundo fora.
Bom ano!
21 de dezembro, 2007


Tile Designs from Portugal é um livro (+cd) editado recentemente pela Pepin Press (em Lisboa vende-se por exemplo aqui) de cuja existência soube através da Sónia Sapinho. Com a minha predilecção pelo tema, fui a correr comprá-lo. A primeira reacção que tive foi pensar que devia ter sido alguém cá a pensar nisto primeiro, mas foi um nosso vizinho. O livro inventaria uma série de padrões de azulejos (sobretudo azulejo semi-industrial e industrial do século XIX). Inclui uma série de fotografias sem grande qualidade nem interesse mas introduz a novidade de apresentar noventa e nove padrões redesenhados no computador, em formato vectorial. Para mim, que vivo em Lisboa e rodeada deles, que estou habituada a vê-los mudar de cor consoante a luz, desirmanados, cobertos de pó, chuva ou graffiti, nesta versão digital vejo padrões magníficos mas não vejo azulejos. Ainda assim, o livro é interessante e tem uma excelente introdução histórica do director do Museu do Azulejo, Paulo Henriques, apresentada em oito (!) línguas, o que o torna um bom presente para amigos estrangeiros (ou, a julgar pela reacção da A., para bebés de um ano fascinados por desenhos hipnóticos).
11 de dezembro, 2007
A Úrsula ao leme (que o Petzi está do outro lado da folha), o Pingo na cabine, o Almirante (como sempre) a dormir e o Riki melhor do que eu o conseguiria desenhar, de memória e enquanto a irmã tomava banho. A Verbo não se decide a reeditar os livros do Petzi, mas cá em casa continuam a ser os preferidos.
28 de novembro, 2007


Hasta fin de existencias é um projecto-livro para os coleccionadores mentais de detalhes urbanos. Puxadores, campainhas, azulejos, paliteiros, montras e outros bocadinhos de Madrid em vias de extinção.
21 de novembro, 2007
Já tinha deixado aqui alguns quilts de livros de histórias, mas este, do lindíssimo A Visit to William Blake's Inn, é o meu preferido do momento. As ilustrações são de Alice e Martin Provensen, de quem tenho outras preciosidades mas apetece conhecer a obra toda.
Outros com as cores que me chamam neste momento: este (via Rita) e este.
Lindas caixas para lindas jóias, da Margarida e da Vera.
05 de novembro, 2007

Comprei recentemente o livro Quilted Planet: A Sourcebook of Quilts from Around the World. Não foi nada barato, mas valeu a pena. Como o nome indica, é uma espécie de história mundial dos quilts, aliás colchas, organizada por regiões e profusamente ilustrada. Não sendo uma obra científica, inclui uma boa bibliografia e apresenta bastante informação acerca de cada um dos temas e regiões abordados.
22 de setembro, 2007
A minha avó e as irmãs sabem-nos de cor, a minha mãe também e eu ainda me lembro dos primeiros versos de quase todos. A edição que tinha em casa estava desfeita, mas agora posso lêr-lhes os Animais nossos amigos (de Afonso Lopes Vieira, com ilustrações de Raul Lino) pela nova, que comprei ontem na A Vida Portuguesa (ex-Uma Casa Portuguesa).
19 de setembro, 2007



Já tenho o meu exemplar do livro Softies: Simple Instructions for 25 Plush Pals. Participei nele com um dos meus bonecos que mais elogios receberam mas de que fiz muito poucos exemplares (os outros dois são este e este). Agora qualquer pessoa pode fazer um a partir dos moldes que o livro traz (nem é preciso ter máquina de costura, porque é todo cosido à mão), e vai ser divertido vê-los aparecer no grupo que para esse efeito a editora do livro (Therese Laskey) criou no Flickr. Há alguns meses foi publicado o outro livro no género em que entrei: Plush-o-Rama: Curious Creatures for Immature Adults
23 de julho, 2007

Não leio muitos livros de puericultura. Li o Spock de fio a pavio durante a primeira gravidez, os incontornáveis Touchpoints
e um manual bem humorado sobre toddlers
. Sobre um dos assuntos que mais tinta faz correr ficámo-nos por este
, que é genial. Em Português (ou estava em Castelhano?) li este, que não me convenceu.
Estou a ler o The Good Behaviour Book. Não porque ache que a E. podia ser mais bem comportada mas porque senti uma quebra na minha tolerância e capacidade de a confrontar sempre (tão sempre como possível) pelo lado positivo. Aconteceu durante a gravidez e estava a acentuar-se. O livro, escrito pelo famoso (por cá pouco) William Sears, é bem feito e útil e foi o seu autor quem cunhou as expressões attachment parenting e babywearing.
Os meus posts sobre escolhas (enquanto mãe) suscitam sempre o uso da palavra fundamentalista em algum comentário. Não sou (cá em casa até há uma Cinderela maneta e uma Barbie). É ingénuo associar criança e liberdade de escolha quando se fala de desenhos animados, brinquedos ou comida e de crianças pequenas (a minha mais velha tem 4 anos). A criança vê, quer e escolhe dentro do que lhe é apresentado. Muitas fazem a sua escolha apenas dentro do que o canal de televisão e a cadeia de supermercados escolheram para elas. É perigoso confundir isso com liberdade, porque se trata exactamente do contrário.
Enquanto pais e mães passamos o dia (a vida) a fazer escolhas. Muitas não são fáceis. Escolher menos não é dar mais liberdade e é muitas vezes a maneira mais fácil de justificar a ausência das regras que tivemos receio de impor. Eles vão pedir-nos explicações na mesma.
19 de maio, 2007


com o Baile dos Móveis da Sala de Jantar.
23 de março, 2007

Onde teria eu a cabeça quando decidi acolchoar este quilt à mão? Comecei-o em Setembro, quando estava muito grávida (ergo pouco lúcida) e ainda não está terminado. Espero que compense. No entretanto, redescubro os dos livros de quando era pequena:
12 de janeiro, 2007

Finalmente um post sobre um assunto recorrente que não o dos slings (se bem que sem estes provavelmente não estivesse a ser escrito): bonecos, aqui na vertente chamada character design (e, por falar em design, vale a pena ver isto que correu a net recentemente). O livro chama-se Neighbourhood e é uma compilação de imagens de vários bonecos construídos a partir de formas básicas num exercício de cadavre exquis, fotografados nas suas várias fases (veja-se o site e a página da editora Victionary). Gostava de ter estado aqui. O livro já está nos meus wists (este exemplar foi-me só emprestado) e é o mais interessante, dentro do género, que tenho visto.
Há alguns meses saíu o Mascotte2, sobre o mesmo tema, em que participei ao lado da Débora, da Ana e de muitos outros, mas este Neighbourhood é de longe mais interessante. Para compensar, já saiu o número da revista Dpi intitulado Character Art, onde os meus bonecos também aparecem, juntamente com uma entrevista (em Chinês e Inglês). Espero que a cópia que me prometeram chegue em breve...
02 de outubro, 2006

...quer dizer ir cortar o cabelo e pedir à Sabine um corte ainda mais wash and go (sem precisar de pente, secador ou espelho) do que o costume, ver a barriga mesmo nas fotografias em que não se pensava incluí-la, sonhar tanto acordada como a dormir e cada vez mais com a cara e cada bocadinho deste bebé, comprar soutiens de amamentação da marca que melhores provas deu no campeonato anterior e agradecer aos designers da Pepe Jeans terem resolvido integrar na nova coleccção o mesmo feitio de blusas para gente sem e com perímetros abdominais acima de 1m. E também quer dizer muitas outras coisas.
A rósea grávida da fotografia vem de um dos melhores livros que a E. recebeu este ano: a história de Drago (por Soledad Bravi), o dragão guarda-florestal que cospe água em vez de fogo, e de Dragone, a imprevidente dragoa que fala por paráfrases.
08 de agosto, 2006

A contar de baixo, os livros dos últimos dias e dos próximos, a provar que o calor em excesso faz mesmo mal ao juízo. De trás vinha o excelente último romance da Zadie Smith (três dias mais nova do que eu), mas com a subida da temperatura (e a E. de cama durante dois dias) a coisa descambou, primeiro para aqui, depois para aqui e agora para este exemplo consumado da chamada chicklit. O que se segue já é mais a sério, assim o clima o permita.
BookMooch: através do Make: Blog, acabo de descobrir mais um site para quem gosta de ler e de partilhar livros. Vou explorar.
16 de junho, 2006

Um dos blogs que sigo mais atentamente é o Yarnstorm. Pelas fotografias, pelas cores, pelos textos, mas se calhar sobretudo por a Jane Brocket misturar como ninguém quilts e bolos com livros (tanto assim que foi recentemente plagiada).
O único livro não infantil que comprei na feira do livro deste ano (na Plátano havia livros do Babar a cinquenta cêntimos cada um!) foi O Visconde Cortado ao Meio (Italo Calvino, Teorema, s.d.). Foi por um triz que a capa, a fazer lembrar o grafismo medonho de quase todos os manuais escolares, não me demoveu. Se não fossem o bom tempo e a nostalgia do acontecimento ida à feira do livro de há usn 20 anos atrás acho que não o tinha trazido. A verdade é que me revejo totalmente neste post da Jane, que vou sempre a correr ler o livro antes de ver o filme e que já comprei livros pela capa. Deve ser por isso que trago mais livros da secção em língua estrangeira da fnac do que de qualquer outra (em Portugal o económico e portátil paperback parece ser uma tipologia esquecida e as boas capas são a excepção) e que, depois de dez minutos em frente à prateleira, não consegui trazer para casa um único romance do Eça de Queiroz (e são vários os que ainda não li).
Na fotografia, duas edições (da mesma tradução) do mesmo livro que adoro. A da esquerda está nas livrarias. A bonita (capa de João da Câmara Leme), com sorte, nos alfarrabistas. Apesar de agora ter as duas (comprei a mais recente por não saber da mais antiga) li a obra por outra, ainda mais saborosa por mais viajada e partilhada.
27 de abril, 2006

Nestes dias de baixa dormi e li. Entre segunda-feira e hoje fui do divertido e agora número-um-na-lista-de-livros-a-recomendar-a-amigos-com-desgostos-amorosos On Love (do mesmo autor do livro
e documentário Status Anxiety) ao fim de um How to be Good que estava quase há dois anos a apanhar pó na estante (coisa que é suposto envergonhar uma bookcrosser e de facto envergonha) e sigo para o Sense and Sensibility (guardo os livros da Jane Austen para ir lendo um por ano - é como comer uma sobremesa especial muito devagarinho). Sempre que acabo de ler um livro chegado às minhas mãos via BookCrossing (sobre o qual já escrevi aqui e em muitos destes posts) fico com vontade de libertar uma prateleira deles. É o caso deste How to be Good, que
fica à disposição da primeira pessoa* que (ler bem em Inglês e que) me enviar uma private message (ou seja um email via BookCrossing) com a sua morada segue para a bookcrosser Neftos*. Happy BookCrossing!
*e, espera-se, de outra depois dela, e de outra depois dela e assim sucessivamente.
21 de abril, 2006

Avisada pela Débora de que novos livros velhos tinham aparecido nas prateleiras da livraria Sá da Costa, passei por lá esta manhã. É um dos meus pontos de passagem periódicos em busca de preciosidades e, como quase sempre, vim satisfeita e carregada, desta vez com treze livros por dezassete euros, quase todos destinados a serem oferecidos (porque acho que não há prenda que mais goste de dar do que os meus livros preferidos). À minha espera estavam:
19 de abril, 2006

O Um Dia em Cheio (Oh What a Busy Day no original) foi o meu livro de casa da avó preferido durante anos (provavelmente até ter descoberto o baú de revistas Disney dos anos cinquenta, com as magníficas aventuras desenhadas pelo Carl Barks). Depois de anos sem o ver tive hoje com a minha irmã uma sessão de fogo de artifício mental enquanto percorríamos cada uma das ilustrações. Eu nem tenho nada de especial contra a Anita, mas a Verbo não podia reeditar antes livros como este, esgotados há anos?
16 de março, 2006

Livros novos e livro velho novo:
Mori-kun the Child of the Forest, uma história protagonizada por bonecos de pano de Yuriko Watanabe.
Dressed soft toys: Animal families, para a minha colecção de livros antigos deste género (imagem).
Stitch 'N Bitch Crochet: The Happy Hooker: Encomendei-o sobretudo pelas excelentes instruções para quem quer aprender a fazer crochet (ou passar a saber fazer mais do que andar à roda, como eu). Inclui a receita da Camilla para fazer um boneco como os dela!
...e ainda, uns lindíssimos cartões da Brandy Agerbeck.
Mais sobre sacos: um post da Claire sobre os sacos de sacos de plástico e estes todos feitos com materiais recuperados.
Vontade de usar brincos por causa destes da Margarida.
(e ainda não me passaram os Brokeback Mountain blues).
31 de janeiro, 2006

Se há livros que pesaram, mais ou menos conscientemente, na escolha da licenciatura que fiz foram estes. Como o tricot foram-me apresentados pela Irene, a mais velha e sábia da então geração mais nova da família. Primeiro O Golfinho (que continua a ser editado na língua original e foi um dos primeiros livros de letras pequeninas que li, talvez aos oito anos), depois o Theras e a sua cidade e finalmente A Filha Esquecida. A Ilha Branca, da mesma autora, trouxe-a há poucos dias de um alfarrabista (porque a Civilização nunca os reeditou), não sei se a pensar que a E. lhes pegará um dia com o mesmo gosto ou convencida de que lendo-o estarei de novo entre o mar e o areal quase deserto de um Verão de há vinte anos. Anyway lembrei-me hoje outra vez deles por causa desta série que ontem vi com uma versão actualizada desse deslumbramento.
19 de janeiro, 2006

"É um Pote Muito Útil", disse Puff. "Cá está ele. (...) E é para pôr coisas dentro. Pega!"
Quando Inhon viu o pote, ficou muito excitado.
"Que bom!" disse ele. "Vou pôr o meu Balão neste Pote!"
"Não pode ser, Inhon", disse Puff. "Os balões são muito grandes para caber dentro de Potes. O que se faz com um balão é, segura-se no balão "
A. A. Milne, Joanica Puff (ed. A Regra do Jogo, 1974. Trad. Manuel Grangeio Crespo).
29 de dezembro, 2005

A Aranzi Aronzo foi a primeira marca crafty japonesa que conheci e o livro que encomendei há já mais de um ano continua a ser um dos meus preferidos. Hoje recebi da Mitiko, com quem tenho trocado surpresas (porque com elas falamos muito melhor do que por palavras), este outro, cheio de projectos fáceis e lindos.
Doumo arigatou gozaimashita!
14 de outubro, 2005

Isaurinha Ensina a Ler e Os Brinquedos do meu Avô são dois dos meus livros infantis portugueses preferidos. Foram publicados nos anos 90 pela Terramar e desconfio que nunca tiveram o destaque que deviam, porque aparecem frequentemente nas feiras de livros em saldo. O autor chama-se Pedro Cavalheiro e as personagens são na verdade o avô, os brinquedos do avô e dois tios seus, re-imaginados a partir de memórias e de lindíssimas fotografias (reproduzidas nas últimas páginas). Já tinha falado da Isaurinha aqui e, agora que a E. anda fascinada pelas letras, fui buscá-los à prateleira e já ganharam o prémio de livros do momento.
23 de setembro, 2005


O dia de ontem, na loja, para além de muito movimento, foi marcado por um acontecimento especial: a chegada, pelas mãos da simpática Andréa, de não um mas dois exemplares do Mothern. Manual da mãe moderna, dedicados e autografados pela Juliana Sampaio e pela Laura Guimarães e ainda por cima embrulhados em chita brasileira. O Mothern foi um dos primeiros blogs que frequentei regularmente (e até hoje) e um dos poucos que sempre achei que fazia sentido editar em papel. Festejei a saída do livro, procurei-o sem sucesso nas livrarias portuguesas e agora vou deliciar-me a reler alguns dos melhores conselhos para a maternidade que recebi até hoje. Obrigada, Ju, Laura e Andréa!
Durante a tarde ainda houve tempo para mais uma entrevista e para ver partir vários bonecos.
22 de agosto, 2005

Boneca de trapo (Douro Litoral)
20 de agosto, 2005

Tempo para ler.
19 de julho, 2005

Compras recentes:
- Baltasar e Barnabé, de Éva Janikovsky e László Réber, na Ler Devagar. É a história de dois cães gémeos que não gostavam nada de ser confundidos um com o outro e é quase tão bom como o outro livro que temos desta dupla de autores.
- Pontos de bordados, comprado por impulso num alfarrabista, mas com alguns motivos deliciosos.
- Caderno Quadriculado das edições Serrote (um maço deles para a gaveta das coisas-bonitas-que-convém-ter-à-mão-para-quando-é-preciso-desencantar-uma-prenda-de-repente).
Ainda a propósito de bordados, a Mimi tem alguns motivos para bordar fora de série (mais aqui).
Japão:
- Maminka: ilustratora, bonequeira, etc.
- Pooka: revista para crianças.
- ISBN#4576050753: mais um livro apetecível só pela capa.
24 de maio, 2005

A generosidade é a ideia principal por trás do BookCrossing, um site/conceito genial nascido em 2001 e cujo combustível é o amor aos livros e à leitura: se gostas de um livro partilha-o, seja deixando-o numa paragem de autocarro à espera que um desconhecido o leve ou emprestando-o aos teus amigos ou às pessoas que também gostariam de o ler.
10 de maio, 2005

Há uns meses, partilhei o entusiasmo da Hillary (já é o segundo link para ela hoje) com este livro. Acrescentei-o à minha wishlist e deliciei-me com a tradução do texto. Pouco tempo depois, vi a capa deste outro reproduzida na revista Milk e pedi a um amigo japonês para me ajudar a procurá-lo. Juntei ainda mais uma aventura das irmãs Chiri e Chiriri e o resultado foi a melhor das encomendas que já fiz na amazon.jp. O livro Cadeaux fabriqués avec amour par les parents pour leurs enfants é uma luminosa produção franco-nipónica e o conteúdo corresponde exactamente ao título. Através dele fiquei a conhecer, entre outras coisas, mais estas mamãs prendadas.
06 de maio, 2005

Uma jarda inteirinha do magnífico tecido da Hillary e dois livros do urso Corduroy oferecidos pela Maria. Espero conseguir fazer um saco com o tecido. Gosto muito de sacos de pano daqueles muito simples, em pano cru, com alças grandes que chegue para irem ao ombro e que quando estão vazios se dobram e não ocupam espaço nenhum. Ando sempre com um desses dentro da mochila. O Corduroy entrou para o top de ursos da E. e os dois livros têm estado sempre por perto desde que chegaram. O meu top de ursos será eternamente liderado pelo Joanica Puff, no original
ou na tradução perfeita de Manuel Grangeio Crespo. E depois do Puff (adaptações da Disney não incluídas), vem o Petzi, claro.
PS (1): O açucareiro veio de uma minhas lojas preferidas, a Pollux. É português e feito naquele plástico pesado que já se vê pouco. De cada vez que lá vou têm menos e em menos cores. Só espero que não tenham deixado de os fabricar.
PS (2): Os livros do Petzi deviam ser reeditados. Suponho que os senhores da Verbo não tenham percebido que nós que os lemos e adorámos em pequenos estamos reproduzir-nos e adorávamos comprá-los outra vez. Já pensei em escrever uma carta à editora a dizer isso mesmo. Talvez até conseguisse reunir mais umas assinaturas...
21 de abril, 2005

Mesmo atrasada, não podia deixar de tomar parte nesta iniciativa da Hillary. Depois de visitados os vários weblogs que participaram e as páginas criadas especialmente para o efeito (como esta e esta) reparei que a maior parte dos livros japoneses que tenho já tinham sido divulgados. Sobraram estes:
4776201135: bolsas, mobiles, chinelos e muitos outros objectos criados com recurso a desenhos de crianças, no estilo dos trabalhos da Lizette Greco.
457911017X: babetes, sapatinhos, bolsas e brinquedos feitos com retalhinhos de tecido e tricot.
4579107624: excelente livro para aprender a fazer teddy bears a sério, com articulações e tudo como deve ser.
4901378074: não ensina a fazer nenhum boneco - é uma história protagonizada pelas criações de uma das minhas japonesas favoritas: Yuriko Watanabe.
Nota: Parece óbvio mas já percebi que não o é para toda a gente: os modelos publicados nestes e em quaisquer outros livros do género são propriedade dos seus autores e não podem ser usados com fins comerciais - isto é para vender - a não ser que digam expressamente o contrário.
21 de março, 2005
A Laura e a Ju são autoras daquele que é de certeza o mais bem conseguido e bem sucedido dos mom blogs em língua portuguesa. Mais do que um blog, o Mothern é um verdadeiro manual da maternidade responsável mas bem-disposta, e é escrito com aquele sentido de humor e jeito que só encontro nos americanos, sejam eles do Norte ou do Sul. Eu já visto a camisola há um ano e agora mal posso esperar por ter nas mãos o livro. Parabéns, meninas!
11 de janeiro, 2005

A Grande Fuga, de Peter Lippman (edição da Plátano do original The Great Escape), foi um dos meus livros preferidos em pequena. Ontem, ao subir a rua e já atrasada, não resisti a parar para fotografar o protagonista Silas, que espreitava de dentro de um contentor do lixo.
17 de outubro, 2004
Há meses que tenho a ideia de fazer uma lista dos livros que mais me marcaram em criança. Alguns li-os emprestados, outros emprestei-os eu e nunca mos devolveram e a maioria nunca foi reeditada. Gostava que a E. tivesse a possibilidade de os ler um dia, não porque ache que não há bons novos livros mas por aquilo que estes em particular representam para mim e pela importância que sei que tiveram na minha formação.
O primeiro da lista (que tentarei ir acrescentando todas as semanas) não o é de forma nenhuma em importância. Cruzei-me com o nome dele por acaso enquanto procurava uma edição europeia do dvd dos Mumins (a série de bonecos animados baseada nos livros de Tove Jansson) para tentar atenuar a actual obsessão da E. pela toupeirinha. Constatei ontem, numa rápida ida à fnac, que a secção de dvd para crianças é ainda mais limitada do que eu previa. Regressei obviamente de mãos vazias.
28 de setembro, 2004

Cheios de pó e com as páginas tão surradas que ainda não decidi se vão continuar a existir como livros velhinhos ou renascer com outra forma (como esta?): The Shy Little Kitten, Little Boy with a Big Horn (estes estão mesmo em mau estado), The Saggy Baggy Elephant e The Little Eskimo (os dois em edição mexicana).
Quanto ao carimbo, e em resposta aos comentários, é feito com um printing kit que comprei já há uns anos e que adoro. Hoje em dia estes kits são difíceis de encontrar, mas as versões da Trodat são óptimas e arranjam-se em qualquer grande papelaria.
Graças à iniciativa da Ale, as mina de Sampa também vão tricotar em público (por cá, já somos 17!).
E ainda:
Mon Tricot: um blog de Brasília para quem não tem medo de agulhas.
17 de setembro, 2004

Outro Little Golden Book que adoro é este Good Night, Little Bear ilustrado por Richard Scarry, ilustrador responsável por boa parte da minha bagagem gráfica (será que se pode dizer tal coisa?) de criança (sobretudo por causa do livro What Do People Do All Day, que em Português se chamava Quando eu for grande).
Porque a E. resolveu atribuir-lhe hoje o prémio de livro do momento (ou seja, porque tivemos de lho contar vezes sem conta), reparei pela primeira vez no boneco-bolacha. Outro projecto para a minha lista interminável.
Lãs e agulhas:
Cachecol fair trade com lãs tingidas e tricotadas à mão pelas índias Quecha.
Laughing Hens: loja on-line inglesa de lãs das mais apetitosas (dica da Hilda).
Nah Guav's Cool Crochet and Knit Links: blog repertório de links (e mais links).
Knitting Meetup: tenho a certeza que entre o Porto e Braga há interessadas e curiosas mais do que suficientes para criar um grupo nortenho de tricotadeiras. É só alguém carregar no botão que diz start a meetup group e passar a palavra (eu ajudo).
16 de setembro, 2004

€1, foi quanto custou ontem este Little Golden Book num alfarrabista aqui perto. A minha mãe tinha-o em pequenina e vi-o vezes sem conta em casa da minha avó. Tinha-me esquecido da existência dele mas reconheci-o mal vi esta cópia (...a tartaruga parecida com o meu avô, a página em que o cão tem um olho esquisito...). Trouxe-o para a E., apesar do estado em que estava (pensei que se não o pudesse aproveitar como livro daríamos de certeza algum destino às ilustrações).
15 de setembro, 2004

Chama-se Edith & Mr. Bear e é um livro estranho mas lindíssimo, protagonizado por uma boneca-Lolita (recentemente reproduzida, mas a meu ver com muito pouco sucesso - não é nem de longe nem de perto tão bonita como a original).
Por causa deste livro encontrei este e este e fiquei apaixonada pelas ilustrações da Ruth Brown.
10 Tips on Writing the Living Web via Meia de Leite.
Aos poucos, vai aparecendo mais gente para tricotar.
07 de setembro, 2004

Quando descobri o site da Yuriko Watanabe, e porque tenho o sonho de fazer um livro assim um dia (ainda tenho muito que aprender), perguntei ao Kenichi se não queria alinhar noutra troca. O livro chegou ontem acompanhado de uma colecção de postais com as personagens e é ainda mais bonito do que eu tinha imaginado. O envelope trazia ainda, para além de vários desdobráveis da editora cheios de coisas apetitosas, umas castanholas do Anpanman e balões de papel para a E.
Doumo arigatou gozaimashita!
Thank you Kenichi!
05 de setembro, 2004

Não trouxe o que ia comprar ao Centro Comercial da Mouraria, mas renovámos o stock de especiarias e já podemos fazer dahl outra vez.
Na livraria Sá da Costa, onde a E. se pôde perder entre as estantes e passear ao colo das empregadas, encontrei últimos exemplares de O Pintor e o Pássaro (de Max Velthuijs), A Árvore e A Maçã e a Lagarta (de Iela e Enzo Mari) e o Your Book of Knitting and Crochet, de Mauriel Goaman (estava lá desde 1968, ano em que foi editado, e custou €0,34).
Depois do jantar, não quis (ela) sair casa dos avós sem ser agarrada ao This is Munich.
(...à procura destes livros descobri outro)
E, a sério: The-Safety-Pin (via O Sopro do Coração).
08 de agosto, 2004

Já conhecia as ilustrações de Georg Hallenleben e foi por gostar tanto delas que comprei há uns anos o delicioso Gaspar et Lisa au Musée). Agora a Ambar (a mesma do material escolar, que já tinha tido a boa ideia de publicar a série Foxi & Meg do André Letria) está a editar uma nova colecção irresistível (pelo menos a E. acha): Penélope.
Para mim comprei um livro de bonecas que já andava a namorar há anos: Fruits, uma selecção da conhecida revista japonesa.
(o tecido, com mais de 20 anos, é da Sanderson e lembrei-me de o usar quando vi o delicioso gato de linho da Izumi)
06 de agosto, 2004

Apesar de ser um dos meus desportos favoritos, tenho praticado muito pouco BookCrossing (acabei agora de ler o Memoirs of a Geisha, que me impressionou bastante mais do que eu estava à espera).
13 de julho, 2004

Não percebo nada de futebol. Limito-me a concordar com tudo o que a Isadora diz sobre o assunto e se não fosse o F. (e os meus alunos a matraquear-me diariamente com isso) continuava a não saber responder à pergunta de que clube é que és?.
Acontece que o meu usagi viajou para o Japão num envelope cheio de selos do Euro 2004 e que por isso um amigo da Mitiko (que gosta muito de futebol e estava a torcer pela equipa portuguesa) me perguntou se eu não lhe enviava também a ele uns selos destes em troca de qualquer coisa.
01 de junho, 2004

Quando descobri este livro não lhe consegui resistir. É em japonês mas os desenhos e esquemas são tão bons que não faz mal.
27 de abril, 2004

é quase estúpido o gozo que me dá recuperar e usar de novo os envelopes em que os livros me chegam.
23 de abril, 2004
há já uns meses que não libertava um, mas hoje é um dia especial.
(e continuo ufana do meu livrinho voador)
10 de abril, 2004
