Baby slings
01 de agosto, 2008

Continuando com a história da capulana, falta entre muitas outras coisas dizer que ela se separa em duas famílias culturalmente distintas: a da capulana propriamente dita, a que também se chama pano (por exemplo em Angola), pagne (nos países francófonos) ou chitenge ou kitenge (Zâmbia, Namíbia, etc.), cujo padrão pode ter dimensões variáveis e incluir ou não barras longitudinais, e a kanga, cujo padrão coincide com os cerca de dois metros de comprimento do pano, tem uma barra a toda a volta e, muitas vezes, uma frase inscrita (aqui há muitos exemplos). No Brasil também há cangas, mas sobre elas não sei grande coisa.
Uma das kangas que tenho é a da segunda fotografia. Foi trazida de Moçambique e é horrivelmente sintética, mas tem um motivo irresistível. Diz MUARA INTAMUENE ORERA (intamuene quer dizer amigo, o resto não sei). As kangas são usadas sobretudo nos países situados a norte de Moçambique.
A capulana da primeira fotografia também veio de Moçambique. É de algodão e é estampada pelo processo convencional, e não em batik como os outros tecidos africanos. Não sei se me engano muito se disser que em Moçambique, onde o comércio de tecidos está há séculos na mão de comerciantes indianos, os tecidos estampados têm maior importância que os de batik, mesmo que os motivos de uns e outros sejam semelhantes. Aliás, se se andar à procura (eu tenho andado) em fotografias da primeira metade do século XX, o que se vê são tecidos tradicionais de tear e depois também muitos estampados com ar português, impossíveis de distinguir a olho nu de chitas como estas:
16 de maio, 2008
Tão confortável como há ano e meio.
(Novos slings na loja).
29 de abril, 2008

A minha colecção de imagens de babywearing em Portugal vai crescendo aos poucos. Esta, da Figueira da Foz (creio que nos anos 30), foi descoberta por acaso pelo F. numa colecção de fotografias pouco maiores que uma carteira de fósforos. O bebé, que mal se vê, está aconchegado no xaile de uma menina que admira uma venda de brinquedos de madeira na esplanada da praia.
Mais bebés slingados e satisfeitos e mais slings na loja.
17 de abril, 2008

Não há semana em que não acrescente imagens ao meu arquivo virtual de história do babywearing. As de hoje são da Ilha Formosa (vulgo Taiwan), e vieram deste arquivo dedicado à história da ilha. Graças a um comentário de uma leitora (obrigada, Maria!), há dois dias fiquei também a conhecer estas todas, das quais a primeira é mais uma prova de babywearing ibérico (assunto a desenvolver um destes dias).
Na galeria de clientes satisfeitos também há cada vez mais imagens bonitas. Obrigada, Ana e Natascha.
Ah, e na loja há slings novos.
28 de março, 2008


Mãe, o namorado da Kim Possible também tem um sling!
Claro, quem é que derrotava tantos mauzões com golpes de ninja se estivesse a empurrar um carrinho ao mesmo tempo?
(na loja, mais um)
25 de março, 2008


Mais quatro das muitas imagens de porta-bebés tradicionais que tenho coleccionado. Na última, umas surpreendentes calças porta-bebés polares.
No presente e mais próximos, bebés nos meus slings: Uma de mim, Viagem a dois (na praia também), Le monde de Zuza, Mundo Perfeito e mais.
13 de fevereiro, 2008
...em gravuras dos séculos XVIII e XIX.
Mais duas mães que leio:
Obra da mãe, aliás tri-mãe, que tenho a sorte de conhecer em pessoa e que (ao contrário de mim) parece não ter perdido nem um neurónio pela(s) placenta(s).
Kdunk: amor de mãe por (e bem) escrito.
10 de fevereiro, 2008
Tem estado em pousio a minha recolha de imagens e informações sobre as nossas práticas tradicionais de babywearing. Ontem um feliz acaso fez-me querer voltar a pegar-lhe o mais brevemente possível: o convite para a exposição do fotógrafo Gérald Bloncourt, que abre dia 18 no Museu Colecção Berardo é a fotografia de uma menina (filha de emigrantes portugueses em França) de boneca presa no xaile segundo uma das técnicas que cá se usavam.
31 de janeiro, 2008
Entre cortar e embalar tecidos, percorrer catálogos e mais catálogos para decidir as próximas encomendas (e ir dormir com síndrome de tetris de tanto olhar para os padrões), curar uma amigdalite e dar a (pouca) assistência necessária à E. na preparação da sua máscara, pouco ou nenhum tempo sobra. Esta manhã fotografámos os novos slings com a A., o que já não fazíamos há algum tempo, e eles aí estão.
Se estivesse mais a norte, ia dançar de sling.
31 de dezembro, 2007


Bébés du Monde é um livro de ver e de ler sobre bebés dos outros continentes. Vale a pena pelas fotografias, mas também pelos textos e pela bibliografia, esclarecedores sobre aspectos que os documentários raramente abordam: como se vestem, lavam, e levam (e pintam, massajam, benzem, etc.) os recém-nascidos por esse mundo fora.
Bom ano!
17 de dezembro, 2007
Ainda a tempo do Natal, um monte de slings novos.
05 de dezembro, 2007

Depois deste e deste posts sobre o babywearing europeu, um parêntesis para a modalidade dos bebés transportados em cestos (que daria só por si matéria para muitos outros), conhecida da América à Ásia e desde há muito, muito tempo. Entre os inúmeros exemplos possíveis de bebés transportados à cabeça (como na fotografia descoberta pela Mary) e às costas, destaque para os europeus: Os mais bonitos devem ser os cuévanos niñeros da Cantábria, no norte de Espanha (mais imagens aqui e aqui).
03 de dezembro, 2007

Um, dois, três slings novos e uma actualização das perguntas frequentes sobre o assunto.
19 de novembro, 2007

Giotto di Bondone (c. 1267 – 1337), A fuga para o Egipto. Fresco da Cappella degli Scrovegni.
Tal é a quantidade de imagens com que me tenho regalado desde este post, que vou precisar de vários só para partilhar as minhas preferidas. A algumas cheguei sozinha, outras foram descobertas pela Mary e há poucos recebi um email da Hungria graças ao qual percebi, entre outras coisas, que o Menino mais célebre da arte ocidental foi representado mais vezes num sling do que eu pensava. Deixo para outra vez os bebés em cestos de muitos feitios e continuo a minha pesquisa de bebés portugueses enrolados nos xailes e capuchas das mães, irmãs e avós. Aqui fica uma amostra das técnicas europeias de cerregar os bebés com as mãos livres, algumas delas usadas desde a antiguidade até aos dias de hoje.
15 de novembro, 2007
Tenho estado a reunir material para voltar a escrever sobre o babywearing na Europa. Falta-me o tempo (não a vontade) para passar umas boas manhãs na biblioteca a recolher mais informação e imagens mas já recebi uma série de testemunhos da prática de atar os bebés ao corpo das mães (em vários pontos do país e, nalguns casos, até ao presente) com xailes e capuchas. Falta-me confirmar a existência de roupas com espaços especiais para instalar os bebés, à semelhança dos amauti canadianos, mas lá chegarei.
Os slings novos desta semana são em tecidos africanos e aqui também há novidades.
08 de novembro, 2007

A A. entrou pela primeira vez no sling com duas ou três semanas de vida e desde aí provavelmente não passou um único dia sem ele (ou melhor, sem eles, porque de lá para cá ficámos com uma verdadeira colecção). Não querendo parecer que estou a exagerar, acredito que a nossa vida teria sido diferente e mais difícil sem a ajuda do precioso acessório. Com um high-need baby de um lado e uma menina pequenina do outro, houve muitos dias em que estive no limite das minhas forças, e o sling funcionou como um terceiro braço com poderes mágicos. Por causa dele não cheguei a usar a cadeirinha que tinha comprado, aprendi imenso sobre as mil e uma maneiras de trazer os filhos às costas e contagiei muita gente com o meu entusiasmo.
19 de outubro, 2007
Uma leva de slings em tecidos portugueses e o regresso de alguns que tinham esgotado, mais dois bonecos um boneco. Tirei as fotografias sem os modelos do costume porque uma estava a dormir a sesta e o outro ainda não tinha voltado, mas talvez as faça noutro dia.
E ainda, uma mãe e um bebé slingado anónimos, apanhados em flagrante pela paparazza Margarida.
11 de outubro, 2007

Três Dois novos bonecos e dois novos slings na loja. Um deles é em malha polar, já a preparar o Inverno e, por falar em slings e tempo frio, aproveito para explicar que o sling se veste por baixo do casaco, e não por cima. Não só é muito mais confortável como faz com que o bebé fique protegido do frio pelo nosso casaco (a mim deu-me imenso jeito nos primeiros meses um casaco de malha de grávida, que fechava por fora do sling).
Queria agradecer todos os comentários ao post anterior e chamar a atenção especialmente para os testemunhos da Isabel Ventura e da Conceição Ferreira. Num refere-se o hábito de levar crianças pequenas para o campo em gigas (cestas) e no outro (tcharam!) a forma como na beira litoral as mulheres seguravam os bébés com auxílio do xaile. Em Portugal e em pleno século XX! Sinceramente, é por isto que me dá gosto ter um blog. Se alguém tiver imagens antigas ou modernas destas práticas e quiser partilhá-las, por favor entre em contacto comigo, aqui nos comentários ou por email. Obrigada!
09 de outubro, 2007

Livre d'astrologie, França, séc. XIV (pormenor) e S. Cristóvão, séc. XIII (proveniência desconhecida).
Desde que, com o nascimento da A., me tornei fã incondicional de slings, tenho passado horas a olhar para imagens das muitas formas tradicionais de transportar bebés junto ao corpo. Vêm da África subsariana (♥), da América Latina (♥), de todos os cantos da Ásia (♥), mas há-as de proveniências muito mais variadas do que à partida se espera. De uma região para outra variam sobretudo os materiais, que vão da simples tira de pano às mochilas/alcofas de tecido, verga ou cabedal (♥ ♥ ♥).
E na Europa? Longe das cidades e dos filhos dos operários atrelados às pernas das mesas (pormenor deste livro de que não me hei-de esquecer facilmente), na Europa pré-industrial, quando a família ia trabalhar, o que fazia aos bebés?
04 de outubro, 2007
Dois bonecos Um boneco e muitos novos slings. Um deles é o primeiro destes. Na loja.
30 de agosto, 2007

A desacelerar em direcção às férias, seguiram hoje os últimos slings da temporada. Uns para o outro lado do mundo, outros para bebés ainda na barriga e alguns para mães e pais a quem (como a mim) um só não chega. Em Setembro vou ter prontas as novas etiquetas, com instruções de lavagem de um lado e espaço para escrever o nome e o telefone do outro (lembrei-me que podia ser útil porque um dos meus slings se perdeu dos donos em Viana do Castelo e nunca regressou a casa).
PS: na minha ausência, quem estiver em Lisboa e precisar de um sling pode ir à A Cadeirinha (R. Duarte Pacheco Pereira, 28 E) ou à Quer.
08 de agosto, 2007

Capulana, by Marina Thomé.
(o assunto tecidos africanos está longe de esgotado)
Aquele que é (parece-me) o porta-bebés mais popular do continente africano, e o antepassado dos slings, é simultaneamente uma das peças de roupa mais universais: um rectângulo mais ou menos dourado de tecido, vulgarmente usado como saia em muitas partes do mundo. Aprendi a chamar-lhe capulana, mas tem muitos outros nomes (kitenge, sarong, pareo, etc.).
Como porta-bebés, a capulana pode ser atada a tiracolo (um e outro exemplo de Moçambique). Com um bebé que já se senta bem, esta posição é bastante fácil de conseguir. Mais complexa, mas muito confortável assim que se apanha o jeito, é a forma de atar a capulana com o bebé nas costas (como se vê nas fotos, nesta ou nesta). Esta posição é usada para transportar bebés pequeninos e grandes, e a A. adormeceu da primeira vez que a experimentei. Por cá, a ginástica necessária à prática chocaria certamente os transeuntes (se até o sling ainda suscita tantos comentários), mas para um passeio pela praia é altamente recomendável.
Belecando (vídeos): bebé a tiracolo e bebé nas costas.
29 de julho, 2007


Vivam os fins de tarde na praia, as capulanas, a areia, as pessoas de quem se gosta...
26 de julho, 2007
Estão finalmente prontos os primeiros slings de rede. Como são vagamente elásticos são ainda mais fáceis de usar por principiantes e, por serem todos aos furinhos, não há que ter medo de cozer o bebé nos dias mais quentes. Espero conseguir estrear o meu no mar este fim-de-semana, porque me parece que também são bons para tomar banho. Há outro sling novo, muito português, três bonecos e duas malas iguais à primeira de todas.
17 de julho, 2007

Os meus slings preferidos são os de algodão mas, nos dias de maior calor ou enquanto se molha os pés na praia, talvez seja ainda melhor usar um de rede. Por isso estou a experimentar fazer uns novos, com tecidos dos que se usam nas roupas de desporto, todos aos furinhos.
A galeria de bebés slingados vai crescendo, e um deles é a linda Phoebe.
13 de julho, 2007

more textiles piled high. Originally posted by suttonhoo
Pouco antes do seu regresso, combinei com a minha irmã que ela me traria alguns tecidos da Guatemala pois, desde que comecei com os slings, passei a interessar-me ainda mais pelos panos que tradicionalmente se usam para transportar os bebés em várias partes do mundo, e muitíssimo na América Central (♥ ♥ ♥ ♥). Aos africanos é relativamente fácil chegar e adoro usá-los nos slings mas nos americanos nunca tinha pegado. A Ana diz que eram todos tão lindos que a dificuldade estava na escolha, e não me espanta. Vieram de Panajachel, junto ao lago Atitlan, onde foram tecidos à mão, assim. Cada um tem tamanho que chegue para um sling (e que slings magníficos darão) mas quanto mais olho para eles mais perco a coragem de os cortar. Talvez precise só de os namorar mais algum tempo...
09 de julho, 2007
Continuo a explorar o This Next. Gostava de ver as listas das pessoas que desejaram as minhas recomendações, mas é uma funcionalidade que o site ainda não tem (já a sugeri). Essas e outras pessoas que tenham aderido podem deixar um comentário com um link para o seu ThisNext by?
02 de julho, 2007

A julgar pelos posts em vários blogs (este, o da Ana, o da Vera e tantos outros) e pela quantidade de fotografias no Flickr (aqui está reunida uma pequena amostra), o toldo concebido pela arquitecta Teresa Nunes da Ponte para o Jardim da Gulbenkian é mesmo um sucesso. A mim fez-me gostar ainda mais de tecidos africanos e, apesar da complexidade de cada padrão, de os ver justapostos. Daí aos novos slings, foi um pulo
28 de junho, 2007

O guia Primeiro Ano editado pela Pais&Filhos que acaba de sair dedica uma secção ao babywearing. Eu continuo rendida à prática e já não sei o que é viver sem os slings. Experimentei há dias tirar (pela segunda vez nos oito meses de vida da A.) o carrinho de casa e nem queria acreditar no trabalho que dá (pega no bebé, pega no carrinho, desce as escadas com o bebé e o carrinho, abre o carrinho com o bebé debaixo do braço, instala o bebé, sai para a rua, desce o passeio por causa do caixote do lixo, sobe o passeio, desce o passeio por causa do carro mal estacionado, sobe o passeio, tenta não perder a filha mais velha pelo caminho, desce o passeio por causa do pilarete anti-estacionamento, sobe o passeio, empanca no buraco do passeio, etc. etc. e ainda ia só a meio da rua)! Bem sei que há bairros com passeios mais largos e pessoas que andam mais de carro e menos a pé mas, mesmo assim, acho que o sling bate aos pontos o carrinho mais high-tech. E não sou só eu: o grupo do Google já tem 84 inscritos e, por aqui e por aqui não páram de aumentar os bebés satisfeitos (♥ ♥ ♥).
15 de junho, 2007
Se não houver alterações de última hora, esta reportagem vai para o ar esta tarde, no programa Portugal em Directo (RTP1).
31 de maio, 2007

Se tivesse de escolher um acessório indispensável à minha vida de (bi-)mãe, era sem dúvida o sling. Tornou-se-me de tal maneira indispensável e facilita-me tanto a vida que tenho de controlar o exagero nos adjectivos e a vontade de espalhar a boa nova. Por tudo isso e por ter vontade de pôr em contacto umas com as outras, por um lado, as pessoas que partilham esta experiência e, por outro, as pessoas que estão a começar ou têm vontade de experimentar, resolvi criar um grupo de discussão aberto a todos: chama-se Babywearing Portugal e há-de servir para o que se quiser fazer dele: tirar dúvidas, partilhar experiências, sugerir links, etc.
(...e a incrível coincidência de me encontrar apanhada - em flagrante babywearing - pela objectiva de uma desconhecida).
16 de maio, 2007

Esta manhã fui com a Marta ilustrar uma reportagem sobre babywearing para o programa Portugal em Directo, da RTP1. Em princípio a peça será exibida durante a próxima semana.
29 de abril, 2007

Como previsto, a revista Pais&Filhos de Maio traz um artigo de três páginas sobre babywearing. É bastante informativo e inclui depoimentos de um pediatra e uma fisioterapeuta sobre os benefícios desta prática.
Baby wearing: How carriers help you and your baby: um vídeo sobre os diversos tipos de slings (obrigada pelo link, Sónia).
...e a galeria de imagens, sempre a crescer.
12 de abril, 2007

Com a ajuda de um nosso amigo de outras aventuras (porque não vale abusar da paciência do modelo do costume), há novos slings na loja. Este, que tem duas faces do mesmo tecido (para variar e para poder apanhar todo o extraordinário padrão), é dos meus preferidos de sempre.
A galeria de bebés slingados continua a crescer e o próximo número da Pais&Filhos vai trazer uma montra dedicada ao babywearing.
24 de março, 2007
Com a ajuda de dois dos meus três modelos preferidos, a página de instruções dos slings foi substancialmente melhorada e a loja, fornecida com mais um padrão.
As fotografias continuam a chegar e em cada uma sinto um afilhado.
22 de março, 2007

Regaço, s. m. (...) lugar onde se acha conforto e tranquilidade; seio (segundo a terceira edição do Dicionário de Português da Porto Editora).
Recebi há algum tempo um email que me sugeria a procura de um nome em Português para os slings. Porta-bebés é muito genérico. Regaço podia ser, ou não?
Arrumei os posts sobre o assunto numa categoria e na loja há novos padrões. Um deles é o delicioso Boo Boo da Marimekko.
13 de março, 2007

...revelou-se viciante.
(e o grupo continua a crescer)
10 de março, 2007

Um momento de exibicionismo electrónico para registar que, aos quatro meses, esta é mesmo a melhor posição para transportar a A. no sling. Adormece calmamente como quando cabia deitada mas, quando está acordada, consegue ver tudo o que estou a fazer.
02 de março, 2007

Da Ana (não-fotógrafa cujas fotografias me surpreendem sempre), só podia esperar uma imagem tão linda como esta, que me enviou hoje para a crescente galeria de clientes satisfeitos. O Gaspar parece mesmo ter regressado à barriga, dentro do seu sling cor de ameixa.
A semana passou a correr, entre o computador, as agulhas e o regresso ao meu outro trabalho. De corrida, alguns links:
Humor brasileiro sobre slings, aqui e aqui (via Mothern).
E, para as totós dos trapos como eu:
Designing Britain: the topography of taste in textile design and dress (via Print & Pattern).
Electronic swatchbook (via Whip Up).
São lindos os prédios de betão: e eu a pensar que era a única a ver quilts nas fachadas dos prédios.
20 de fevereiro, 2007

No meu roxo preferido. Mais um sling na loja.
08 de fevereiro, 2007

Baby slings na Visão de hoje.
05 de fevereiro, 2007

Mais um sling para os dias frios. Na loja.
02 de fevereiro, 2007

Eles andam por aí! Obrigada a todas pelas fotos.
29 de janeiro, 2007

Os tecidos dos anos 70 que tenho usado estão quase a chegar ao fim, mas dos novos que encomendei entretanto já nasceram mais alguns slings. Estão na loja.
22 de janeiro, 2007

Novos tecidos para os próximos slings (chegam para dois por cada padrão) e a prova de que não é só a A. que fica bem neles - começam a chegar as fotos dos meus slings e os seus novos e refastelados ocupantes (obrigada Joana!):
19 de janeiro, 2007

A nossa televisão é pequenina e só tem uma antena de pousar em cima, mas deu para ver a reportagem sobre os slings (fico sempre chocada com a minha figura). Obrigada à Andreia Vale pela ideia (espero que quem viu tenha gostado).
PS: a reportagem está on-line no site da SIC. Obrigada ao comentador anónimo que deixou o link!