dezembro 2007
31 de dezembro, 2007


Bébés du Monde é um livro de ver e de ler sobre bebés dos outros continentes. Vale a pena pelas fotografias, mas também pelos textos e pela bibliografia, esclarecedores sobre aspectos que os documentários raramente abordam: como se vestem, lavam, e levam (e pintam, massajam, benzem, etc.) os recém-nascidos por esse mundo fora.
Bom ano!



30 de dezembro, 2007

(talvez ele se lembrasse, ou não. Nós lembrá-lo-emos sempre).
28 de dezembro, 2007
Dois bonecos e vários slings novos. Também há sacos de chita e de tecidos africanos mas ainda não consegui fotografá-los, de modo que ficam para a próxima actualização da loja.
27 de dezembro, 2007

De volta, e com muitos posts por escrever. Passado o Natal, posso mostrar algumas prendas feitas, todas de maneira a aproveitar os triângulos e tiras de tecido que sobram da produção dos slings.

A ver o Porto aos quadradinhos. Regresso amanhã.
24 de dezembro, 2007


21 de dezembro, 2007


Tile Designs from Portugal é um livro (+cd) editado recentemente pela Pepin Press (em Lisboa vende-se por exemplo aqui) de cuja existência soube através da Sónia Sapinho. Com a minha predilecção pelo tema, fui a correr comprá-lo. A primeira reacção que tive foi pensar que devia ter sido alguém cá a pensar nisto primeiro, mas foi um nosso vizinho. O livro inventaria uma série de padrões de azulejos (sobretudo azulejo semi-industrial e industrial do século XIX). Inclui uma série de fotografias sem grande qualidade nem interesse mas introduz a novidade de apresentar noventa e nove padrões redesenhados no computador, em formato vectorial. Para mim, que vivo em Lisboa e rodeada deles, que estou habituada a vê-los mudar de cor consoante a luz, desirmanados, cobertos de pó, chuva ou graffiti, nesta versão digital vejo padrões magníficos mas não vejo azulejos. Ainda assim, o livro é interessante e tem uma excelente introdução histórica do director do Museu do Azulejo, Paulo Henriques, apresentada em oito (!) línguas, o que o torna um bom presente para amigos estrangeiros (ou, a julgar pela reacção da A., para bebés de um ano fascinados por desenhos hipnóticos).

18 de dezembro, 2007

Entre encomendas de última hora a seguir para o correio e as prendas para a família, ainda em curso. Nos poucos bocadinhos de chão em que não há envelopes ou tecidos, a A. dá os primeiros passos.
17 de dezembro, 2007
Ainda a tempo do Natal, um monte de slings novos.
16 de dezembro, 2007

Domingo frio com coração quente. Obrigada, Rita.
14 de dezembro, 2007


O meu post de ontem não era uma lamúria. Na loja, bonecos novos.
13 de dezembro, 2007

A lição número um dos cursos de preparação para o parto devia intitular-se A maternidade e o tempo: gerir a frustração. Porque o Tempo (a seguir ao que se entende pré e pós-maternidade por Amor), o que se faz e o que se pode esperar dele, é o que mais muda. E a única maneira de não passar os dias frustrada (para mim) é mudar as expectativas e aprender a fazer (quase quase) tudo às prestações. Com ou sem Natal à porta. Por isso os bonecos continuam a ser feitos devagarinho e estarão aqui e nas lojas quando e se for possível, mas não antes.
(na foto, babetes novos para juntar aos outros)
11 de dezembro, 2007
A Úrsula ao leme (que o Petzi está do outro lado da folha), o Pingo na cabine, o Almirante (como sempre) a dormir e o Riki melhor do que eu o conseguiria desenhar, de memória e enquanto a irmã tomava banho. A Verbo não se decide a reeditar os livros do Petzi, mas cá em casa continuam a ser os preferidos.
10 de dezembro, 2007


A Vida Portuguesa é a nova casa dos meus sacos de chita.
09 de dezembro, 2007




Trinta e cinco comentários e algum hate mail (!) sobre sacos de plástico depois, o Natal instala-se, devagarinho.
Quase com cinco anos, continua a correr para me anunciar todos os dias o que apareceu por magia no calendário do advento, mesmo depois de me ver comprar moedas de chocolate para ajudar um bocadinho o Pai Natal.
06 de dezembro, 2007

Já dei a minha opinião sobre a distribuição gratuita de sacos de plástico aqui e aqui. Como não podia ficar indiferente à notícia de que o governo pretende recuar na intenção de introduzir (finalmente!) uma taxa sobre os ditos criei uma petição online chamada
Pela taxa sobre os sacos de plástico
e peço a todos os que estiverem de acordo que a assinem também e que ajudem a divulgá-la.
Fotografia de Luísa Cortesão.
05 de dezembro, 2007
Só para avisar quem aqui chega via RSS que o post de ontem à noite foi revisto e aumentado esta manhã.

Depois deste e deste posts sobre o babywearing europeu, um parêntesis para a modalidade dos bebés transportados em cestos (que daria só por si matéria para muitos outros), conhecida da América à Ásia e desde há muito, muito tempo. Entre os inúmeros exemplos possíveis de bebés transportados à cabeça (como na fotografia descoberta pela Mary) e às costas, destaque para os europeus: Os mais bonitos devem ser os cuévanos niñeros da Cantábria, no norte de Espanha (mais imagens aqui e aqui).
De Burgos, um bocadinho a Sul, vem este outro exemplo (séc. XVIII) e da Noruega este, idêntico, mas em que os sapatos - ou são skis? - ainda chamam mais a atenção que os bebés. Por cá, conto encontrar bebés em canastras (que dormiam nelas e em alcofas de muitos feitios já se sabe) e nas gigas de que falou a Isabel.

Gravura de Cristoph Weiairz datada de 1529 representando uma família de mouriscos granadinos (in História das das Mulheres, dir. Georges Duby, vol. III, p. 560.
Curiosamente, estes meninos em albardas (idênticas a estas, de Murcia) também vêm de Espanha. Não fosse a minha pesquisa ser tão limitada e diria serem os cestos particularmente populares do lado de lá da fronteira.
Já de fora da Europa, mas porque são diferentes e tão bonitas, encontrei um grupo de imagens relativas ao Egipto que vale a pena referir.
Numa o bebé vai equilibrado sobre a cabeça, tal como na foto de A. W. Cutler e nas outras são levados às costas numa espécie de alcofa.
Dos cestos de trazer às costas descendem os porta-bebés rígidos que muitas marcas produzem. Nos anos 60 e 70 este parece ter sido o modelo mais popular (♥) e actualmente há-os de muitos géneros diferentes, incluindo alguns incrivelmente aparatosos.
03 de dezembro, 2007

Um, dois, três slings novos e uma actualização das perguntas frequentes sobre o assunto.
02 de dezembro, 2007


A minha crescente colecção de quadrados.
What's quilting: colecção de links, a que acrescento este.
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