a ervilha cor de rosa
blog shop etc.

novembro 2007

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29 de novembro, 2007

quilt by Rosa Pomar

patchwork quilt by rosa pomar

Era para ter sido acolchoado à máquina e posto na loja mas acabei por o fazer à mão e claro que pelo caminho perdi a coragem de me desfazer dele. Foi directamente inspirado por este. Não sei como se chama o padrão, mas recentemente a Mary (vasculhadora-mor dos arquivos digitais de aquém e além-mar) mostrou-me este outro exemplar, saído de uma colecção de fazer perder o fôlego ( ).

As fotografias dele aberto ficam para quando o levar a passear ou houver luz que chegue.

handmade

patchwork quilt by rosa pomar

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detalhes urbanos

28 de novembro, 2007

hasta fin de existencias

hasta fin de existencias

Hasta fin de existencias é um projecto-livro para os coleccionadores mentais de detalhes urbanos. Puxadores, campainhas, azulejos, paliteiros, montras e outros bocadinhos de Madrid em vias de extinção.

hasta fin de existencias

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circunvizinhanças

27 de novembro, 2007

parede

parede

parede

A olhar para as paredes. E para o chão.

O meu quilt está quase quase. Falta só a minha parte favorita (o rebordo) e depois lavá-lo para o ver transformar-se em mais um invólucro perfeito.

Birds of a Feather: a provar que nem todo o ponto-cruz contemporâneo precisa de ser uma piroseira (via Moving Hands).

Pledge Handmade: Natal feito à mão.

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no expresso

26 de novembro, 2007

expresso

de anteontem, e no Público de hoje também.

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shop update

24 de novembro, 2007

#726

Dois bonecos e mais alguns slings na loja.

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capuchinha

22 de novembro, 2007

capuchinha

Enquanto procuro (e vou encontrando!) mais testemunhos de babywearing tradicional português vou coleccionando imagens de personagens para outras histórias, como a desta menina agasalhada numa capucha. Eu também tenho uma assim quentinha, feita pelas Capuchinhas de Campo Benfeito e comprada na Feitoria.

(a fotografia está no livro A Queda da Monarquia. Portugal na viragem do Século de Maria Filomena Mónica, D. Quixote, 1987).

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no papel

21 de novembro, 2007

william blake's inn

Já tinha deixado aqui alguns quilts de livros de histórias, mas este, do lindíssimo A Visit to William Blake's Inn, é o meu preferido do momento. As ilustrações são de Alice e Martin Provensen, de quem tenho outras preciosidades mas apetece conhecer a obra toda.

Outros com as cores que me chamam neste momento: este (via Rita) e este.

Lindas caixas para lindas jóias, da Margarida e da Vera.

william blake's inn

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curtas

20 de novembro, 2007

chão

Oficinas teórico-práticas de Iniciação às Técnicas do Tapete de Nó no Museu Nacional de Arte Antiga: começaram hoje e quem me dera estar a participar.

Poisson Rouge: Extraordinário site para crianças, que por cá destronou a simpática Ilha das Cores (dica do Le Monde enviada pelo avô).

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porta-bebés (2)

19 de novembro, 2007

071119_Giotto-di-Bondone.jpg
Giotto di Bondone (c. 1267 – 1337), A fuga para o Egipto. Fresco da Cappella degli Scrovegni.

Tal é a quantidade de imagens com que me tenho regalado desde este post, que vou precisar de vários só para partilhar as minhas preferidas. A algumas cheguei sozinha, outras foram descobertas pela Mary e há poucos recebi um email da Hungria graças ao qual percebi, entre outras coisas, que o Menino mais célebre da arte ocidental foi representado mais vezes num sling do que eu pensava. Deixo para outra vez os bebés em cestos de muitos feitios e continuo a minha pesquisa de bebés portugueses enrolados nos xailes e capuchas das mães, irmãs e avós. Aqui fica uma amostra das técnicas europeias de cerregar os bebés com as mãos livres, algumas delas usadas desde a antiguidade até aos dias de hoje.

Encontram-se porta-bebés sobretudo onde há gente em movimento. Procurem-se mendigos ou ciganos e lá estão eles, mas todos os viajantes, de pequeno ou longo curso, sabem que os braços ficam cansados quando o colo é prolongado. Dentro de casa também.

O site mais interessante que encontrei, fruto de muita pesquisa, foi o russo Slingokonsultant. Com a ajuda do babelfish consegue-se perceber boa parte e aprender, por exemplo, a técnica do avental, usada para carregar crianças até aos dois ou três anos, em casa, no campo e nas expedições em busca de cogumelos.

Quanto a imagens, acho que nenhumas me comovem mais do que estas, tiradas a emigrantes europeus na sua chegada ao novo continente (as generosas bibliotecas norte-americanas são um vício para quem é capaz de perder horas a ver fotografias antigas):

Germans. Digital ID: 495066. New York Public Library

[Slovak woman and children.] Digital ID: 418048. New York Public Library

Imagens da NYPL Digital Library (clicar para mais informação).

A técnica de segurar o bebé com um xaile que se vê na imagem de baixo é conhecida de muitas avós portuguesas. Quem a conhecer ou tiver imagens e quiser partilhá-las, por favor avise!

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quilts in the sun

17 de novembro, 2007

quilts in the sun

Kaffe Fassett's Quilts in the Sun é o novo livro de Kaffe Fassett, guru do patchwork e domador das combinações improváveis de cores. Não sendo o livro que eu recomendaria a quem fosse escolher um só do autor, este tem a particularidade de ter sido todo fotografado em Portugal. Encontrar por acaso o Kaffe Fassett de quilt aos ombros numa rua de Lisboa ou do Porto haveria de ter sido memorável, mas só soube que ele por cá tinha andado já o livro estava no prelo. Para já não deve ter audiência que justifique vir a Lisboa dar as suas aulas e palestras, mas quem o viu ao vivo (como a Jane e a Kay) garante que vale a pena. Não duvido.

quilts in the sun

quilts in the sun

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shop update

15 de novembro, 2007

african fabric babysling

Tenho estado a reunir material para voltar a escrever sobre o babywearing na Europa. Falta-me o tempo (não a vontade) para passar umas boas manhãs na biblioteca a recolher mais informação e imagens mas já recebi uma série de testemunhos da prática de atar os bebés ao corpo das mães (em vários pontos do país e, nalguns casos, até ao presente) com xailes e capuchas. Falta-me confirmar a existência de roupas com espaços especiais para instalar os bebés, à semelhança dos amauti canadianos, mas lá chegarei.

Os slings novos desta semana são em tecidos africanos e aqui também há novidades.

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ela

13 de novembro, 2007

Mãe, eu cantei uma cantiga à A. e ela alegreceu.

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acolchoar

12 de novembro, 2007

acolchoar

Depois de escolher, cortar e coser e preparar, acolchoar. Mais uma vez à mão, mas com menos pontos do que no anterior, a ver se ainda o acabo este ano. Para o rebordo, vou seguir este óptimo conselho.

Outros dois, um de pano e um de pedra.

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ela, condescendente:

11 de novembro, 2007

*

Ó mãe, apaga essas riscas da testa para eu te dizer uma coisa.

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ingredientes

09 de novembro, 2007

botões

para uma tarde perfeita (com a Rita).

PS: o meu email do costume está com problemas há cerca de uma semana e não recebe nem envia todas as mensagens. Quem estiver à espera de resposta da minha parte por favor insista através do endereço alternativo: pinkpea arroba gmail ponto com.

rita

lanche

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um ano de sling

08 de novembro, 2007

babywearing love

A A. entrou pela primeira vez no sling com duas ou três semanas de vida e desde aí provavelmente não passou um único dia sem ele (ou melhor, sem eles, porque de lá para cá ficámos com uma verdadeira colecção). Não querendo parecer que estou a exagerar, acredito que a nossa vida teria sido diferente e mais difícil sem a ajuda do precioso acessório. Com um high-need baby de um lado e uma menina pequenina do outro, houve muitos dias em que estive no limite das minhas forças, e o sling funcionou como um terceiro braço com poderes mágicos. Por causa dele não cheguei a usar a cadeirinha que tinha comprado, aprendi imenso sobre as mil e uma maneiras de trazer os filhos às costas e contagiei muita gente com o meu entusiasmo.

babywearing

Para além de fotografias para a minha colecção, tenho recebido alguns relatos que acho que vale a pena partilhar. O mais recente veio da Tânia Cardoso, que espero que não se importe de eu o reproduzir aqui:

...Comecei por usá-lo em casa onde tem imensas vantagens:dá-me imensa liberdade, o Manel fica em contacto com um mundo a que não tem acesso do seu berço e outros apetrechos convencionais para bebés, permite sestas fantásticas, cocós milagrosos (é certinho, dois minutos no sling e os intestinos começam logo a funcionar!!), para além de tudo o que já foi dito e escrito sobre o sling e que subscrevo! Também já saí à rua e casa de amigos, sentindo-me grávida outra vez, posso pegar em coisas, sentar-me à mesa com outras pessoas... etc, etc... e ele aqui tão pertinho! Tenho tirado algumas fotografias onde fica bem espelhada alguma da magia do sling: liberdade para a mãe, o bebé vê as pessoas, dá e recebe atenção só de estar em interacção natural, sente-se bem tanto a dormir, como acordado, em movimento ou parado. Outra coisa: dá vontade de fazer-lhe muitas festas nas costas, tal e qual como fazia à barriga, é inevitável...mas também ninguém quer evitar, certo? O sling é um colo sem ser colo, é um colo especial, com as vantagens do colo e as de haver espaço, privacidade e liberdade para todos. É incrivel como estando tão colados, podemos gerir proximidade e espaço individual.

Na loja, novas fotos e novos slings.

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l'oeil

07 de novembro, 2007

olho

l'oeil magazine, 1961

Um quilt americano do século XIX pertencente a um museu inglês numa revista francesa dos anos sessenta. A capa chamou-me pelo canto do olho, esta manhã, no meu outro trabalho. As boas revistas do século passado são uma excepcional fonte de inspiração.

Mais retalhos:

Fine Little Day: triângulos e mais triângulos.

ritacor: a relíquia que veio ter com a Rita.

Entelepentele: um dos dos quilts mais lindos que tenho visto, feito integralmente à mão com roupas da família (parece a versão feliz deste outro).

shaker furniture. L'Oeil (1961)

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elefantes

06 de novembro, 2007

bobine

Chegou finalmente, e já está pronto a enviar. Os primeiros metros partem ainda hoje.

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quilted planet

05 de novembro, 2007

Quilted Planet

Comprei recentemente o livro Quilted Planet: A Sourcebook of Quilts from Around the World. Não foi nada barato, mas valeu a pena. Como o nome indica, é uma espécie de história mundial dos quilts, aliás colchas, organizada por regiões e profusamente ilustrada. Não sendo uma obra científica, inclui uma boa bibliografia e apresenta bastante informação acerca de cada um dos temas e regiões abordados.

Quilted Planet

Quilted Planet

Quilted Planet

Imagens do livro Quilted Planet: A Sourcebook of Quilts from Around the World (por ordem): Colcha inglesa do início do século XVIII (p. 55), colcha siciliana historiada do século XIV (p. 52), chogak po coreano em seda do século XIX (p. 37) e colcha sueca do século XIX (p. 121).

As peças reproduzidas vão desde uma colcha indo-portuguesa do século XVII (o mais perto que chega de Portugal, mas lá irei um dia destes) aos delicados pojagi coreanos. Por serem os mais abundantes e conhecidos, os quilts americanos e ingleses ocupam grande parte do livro, mas há espaço para algumas tradições que nada lhes devem, como a dos ralli indianos ou o sashiko japonês. O ponto fraco do livro são os exemplos contemporâneos escolhidos pela autora, quase todos dignos de figurar aqui. Por outro lado, como não podia deixar de acontecer num livro destes, há muito que fica por dizer. O continente africano é arrumado em seis páginas (uma só de texto), quando obviamente teria muito mais por onde pegar. Dois exemplos possíveis do que não é referido são as bandeiras dos Fante Asafo do Gana (mais aqui) e os adornos dos Kuba do Congo.

071105_kuba.jpg

071105_asafo.jpg

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segunda primeira

03 de novembro, 2007

wip

wip

Eu já vou há quase dez anos, mas hoje foi a primeira vez da E. A segunda primeira vez, porque a primeira primeira foi em casa. Depois de muitos pedidos dos clientes do costume, o WIP passou a reservar as manhãs de Sábado aos mais pequenos. Há banda sonora especial (ou pelo menos parecia) e as tesouradas calmas e certeiras da simpática Almut são totalmente recomendáveis.

corte

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toma e embrulha

02 de novembro, 2007

embrulha

Um email que recebi esta manhã:

(...) Neste momento estou a estagiar na divisão de ambiente da CM Seixal e estamos a organizar, para o dia 24 de Novembro (sábado), um atelier de embrulhos ecológicos a realizar no shopping rio sul, de forma a sensibilizar as pessoas para a diminuição do desperdicio e dar algumas ideias de como poderão começar pelos seus embrulhos de Natal... Nós não temos muito jeito nem imaginação e por isso venho contactá-la para saber se poderá estar interessada em participar ou se conhece alguém que esteja disponivel. A iniciativa durará o dia todo, mas contamos conseguir reunir 4 ou 5 pessoas de forma a preenchermos dois turnos de 4 horas (mais 1h30 de intervalo pelo meio)...
Por favor diga-me se é possível esta nossa pretensão, se conhece alguém interessado, etc...
(...)

Quem tiver boas ideias ou se quiser oferecer pode deixar um comentário ou contactar directamente a Ana Cortiçada para anacorticada arroba gmail ponto com. Na fotografia estão embrulhos meus de há três anos: durante cerca de um mês abri com x-acto todas as cartas e depois pintei e carimbei os respectivos envelopes.

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