outubro 2006
30 de outubro, 2006

Linda, linda, Amélia.
25 de outubro, 2006


Nestes últimos dias o fôlego para trabalhar (e para tudo o resto) não tem sido muito, naturalmente. Deixei aqui um aviso a dizer que bonecos, nas próximas semanas, só nestas lojas e este que é o grupo mais recente vai a caminho da Work&Shop, em Alfama.
Como também tenho passado menos tempo ao computador já perdi o fio à meada das minhas bloglines, mas recentemente encheram-me o olho estas capas (depois de ter trazido para casa um monte destas outras).
E ainda, muitíssimo obrigada por cada um dos emails e comentários de parabéns e de boa sorte para o grande acontecimento que se segue. Como alguém escreveu, é uma verdadeira torcida. Sentida!
24 de outubro, 2006

...e 31 anos, hoje. Em acordo com a obstetra, decidimos dar a este bebé todo o tempo possível para mudar de ideias quanto à posição em que quer vir ao mundo. O prazo termina na sexta-feira. Por muito que desejasse um parto assim (entre médicos mas o menos médico possível), já estou mais em paz (de nada vale não estar) com a ideia da cesariana. Venha ela, e com ela esta menina.
22 de outubro, 2006

Apesar da lua, cá estamos. Cada vez mais quase.
20 de outubro, 2006


Ainda?
Ainda. A carregar baterias com as horas de sono que depois me farão falta e a dar com gosto os últimos pontos. A caminho da Honeycomb, mais uma caixinha de bonecos.

19 de outubro, 2006

Grande, grande, e a crescer. Como a E. nasceu às 39 semanas e quatro dias, a partir de hoje nunca estive tão grávida.
Aqui e aqui, bebés acabadinhos de chegar.
18 de outubro, 2006

Cá continuo, cada vez menos aerodinâmica mas ainda produtiva. Na foto de baixo, alguns dos meus bonecos na Design Futon, no Porto, por cima de uma caminha da Stokke igual à que temos cá em casa.

17 de outubro, 2006


Não sei se foi de nos meses mais quentes do Verão ter descansado bastante, mas estes serões de outono estão a ser particularmente ricos em energia e vontade de fazer: um boneco novo por dia e já está pronta mais uma encomenda da Mau Feitio, em Coimbra. A loja não tem site oficial mas vale a pena espreitá-la neste e neste posts do (lindo) blog Simple Me sobre a inauguração.
16 de outubro, 2006

Às 39 semanas uma grávida deixa de ser saudada com Então, está quase? para passar a ouvir Então, ainda? o tempo todo. Da primeira vez uma pessoa sente-se um bocadinho fora de prazo (e às vezes desespera), mas à segunda é diferente. Sobretudo se, como no meu caso, o mais provável é não vir a haver uma terceira. Por muita vontade que tenha de ver a cara deste bebé, de lhe pegar, de o cheirar, etc. etc. (neste momento nem as noites mal ou não dormidas me preocupam), por muito grande que esteja a ficar, cada um destes últimos dias é precioso.
15 de outubro, 2006


Puf, puf, puf (ainda aqui estou).
14 de outubro, 2006

rosa. Originally uploaded by lairilai.

.... Originally uploaded by lairilai.
Dois sacos com a minha irmã em Inglaterra e, a partir de amanhã, a caminho dos antípodas. E mais:

rola um namoro na minha mesa. Originally uploaded by Interludio.

timor 315. Originally uploaded by vendinha.
Dois no Brasil com a Mariana e um em Timor com a Alexandra.
Não sei quantos mais vou poder ter na loja nos próximos meses, e os que lá estão já são muito poucos, mas espero continuar a ver aparecer aqui alguns dos que já andam por aí a passear.
13 de outubro, 2006


12 de outubro, 2006

rosa. Originally uploaded by *L.
Parece-me que já não faltam muitos dias. A E. sentiu anteontem pela primeira vez inequivocamente os movimentos da irmã. Abraçada e de cara encostada à minha barriga (rebaptizada mundo e diariamante usada como cenário para as brincadeiras dos playmobils), saltou e riu com entusiasmo a cada empurrão do outro lado da pele. O movimento constante e a sensação de que reage muito mais ao mundo exterior (sobretudo à voz da E.) e de cada vez que lhe pouso a mão sobre a cabeça, descansam-me e libertam-me do exercício um bocado angustiante da contabilidade de movimentos das últimas semanas. Não sei se é característica dos bebés pélvicos, mas está a ser uma experiência muito diferente da primeira quando, depois de dar a volta, a E. se limitava a ir dando sinais, suficientes mas não tão constantes, de que tudo estava bem.
E links:
Jasper Boyd: um relato extraordinário e com final feliz.
Llantos y rabietas e The Baby Book lidos pela Mariana.
11 de outubro, 2006


De alguma maneira, esta imensidão de posts sobre chitas granjeou novos clientes a certas lojas e outros tantos pares de olhos mais atentos a montes de trapo e fundos de baús. Se essa for a conquista deste blog, dou-me por satisfeita.
Esta chita lindíssima foi-me enviada pela Joana Miranda e, para além de ter passado imediatamente a ser uma das estrelas da minha crescente colecção (acho que já posso chamar-lhe isso), fez-me ter ainda mais a certeza de que um dia vou matar as saudades que tenho das jornadas na BN com uma investigação a sério sobre a história destes tecidos e destes padrões.

10 de outubro, 2006

Não que a variedade de temas abordados alguma vez tenha sido o prato forte deste blog, mas os próximos posts prometem ainda menos do que o costume: por um lado os preparativos para o grande dia e por outro o progresso na minha ainda demasiado longa lista de afazeres. Este fim-de-semana terminei com alívio a encomenda de mais uma loja no Porto, a Design Futon, representante de marcas como a Stokke (de que cá em casa somos grandes fãs).
E mais:
#602 em Tóquio!
The unhappy hippopotamus: o boneco de pano mais bonito dos últimos meses mas num contexto nada simpático e que interessa a todos/as os/as babybloggers e afins: os destinos impossíveis de controlar das fotografias dos nossos filhos que publicamos on-line.
Creative embroidery: nada a ver com ursinhos e corações bordados a azul bebé (mais).
09 de outubro, 2006

38 semanas reflectidas nos vidros duplos das nossas futuras janelas. Não foi fácil despedir-me das antigas, mas tenho tentado ver a coisa pelo lado positivo: não ter uma recém-nascida cheia de frio, não ter de se vestir qualquer coisa extra quando se chega a casa no Inverno, não desperdiçar tanta energia...
Comecei hoje a rotina dos CTGs: como nas últimas semanas da gravidez da E. soube-me bem aquele descanso morno ao som dos corações de todos os bebés da sala. Sem novidades (e sem perspectivas animadoras quanto ao recobro da cada vez mais provável cesariana), agora é esperar e gozar cada bocadinho destes últimos dias 2 em 1.
Ainda sobre cesarianas (obrigada por todos os emails e comentários), emprestaram-me (obrigada Patrícia) e recomendo o livro do obstetra Michel Odent sobre o assunto.
Links: uma barriga, um inquilino abusador e uma mãe pensante.
08 de outubro, 2006

06 de outubro, 2006

Quando a E. nasceu pensei durante quase seis meses que podia tornar-me dona de casa, mas agora atribuo tal desvario ao poder das hormonas do puerpério. Em vez disso dei comigo a trabalhar em casa, um dois em um com alguns contras (a que horas se sai do trabalho?) mas incomparavelmente mais prós, dos quais o principal foi sem dúvida o de adiar a ida para o infantário o tempo que achámos certo (dois anos e meio) para ela e para nós. Filha e neta de trabalhadoras licenciadas, levada ao colo para encontros de feministas no pós-25 de Abril, toda a conversa sobre a chamada new domesticity me cheira sempre um bocadinho a esturro (ou a Brise), apesar de ser inegável que faço mais ou menos directamente parte da coisa. Às vezes apetece-me deixar claro que não tenho a mínima sensibilidade para a decoração nem especial jeito para os bolos, que por aqui as prateleiras têm mais ensaio que ficção e bibelots nenhuns e que quase todas as tarefas domésticas não relacionadas com a maternidade me são mais do que penosas.
E o que eu vinha aqui escrever era só que estou a aproveitar os últimos dias para deixar satisfeitas as várias lojas que me fizeram encomendas, que no Brasil vou ter bonecos à venda muito em breve através do Folha Estúdio, que a Work&Shop já inaugurou oficialmente (com direito a reportagem na televisão e tudo) e que em Vila do Conde há postais meus na DesignComTexto.
05 de outubro, 2006


A juntar às maravilhas oferecidas pela Catarina e pela Mary, este bebé que ainda nem nasceu recebeu um boneco da Trish, chegado de surpresa e acompanhado por três pares de carapins (doce palavra) mais do que perfeitos. Face à pandemia de bonecos de pano dos últimos três anos, sabe bem ver (e ainda melhor tocar) o cuidado e o gosto com que são feitos estes ou a frescura de trabalhos como os da dupla Piece of Cake. Thank you Trish!
Do lado de dentro não há ainda novidades. Depois de hesitar durante vários dias decidi não tentar a famosa acupunctura ou moxibustão (esta nem sei onde poderia fazer) nos mindinhos dos pés. O melhor artigo que li sobre o assunto foi este, do qual a ideia de que se o bebé está naturalmente de cabeça para cima pode ser que tenha boas razões para isso me pareceu válida e sensata. Isto por muito que tenha chorado depois de saber que uma cesariana implica duas horas de recobro, i.e., separação entre a mãe e o recém-nascido (duas horas, quando eu e a E. não estivemos separadas mais de dez minutos que ainda assim foram os mais longos de toda a minha vida). A ver vamos o que acontece nos dias ou semanas que faltam, e afinal são muitas as histórias de bebés que resolveram dar a volta em pleno trabalho de parto.
03 de outubro, 2006

02 de outubro, 2006

...quer dizer ir cortar o cabelo e pedir à Sabine um corte ainda mais wash and go (sem precisar de pente, secador ou espelho) do que o costume, ver a barriga mesmo nas fotografias em que não se pensava incluí-la, sonhar tanto acordada como a dormir e cada vez mais com a cara e cada bocadinho deste bebé, comprar soutiens de amamentação da marca que melhores provas deu no campeonato anterior e agradecer aos designers da Pepe Jeans terem resolvido integrar na nova coleccção o mesmo feitio de blusas para gente sem e com perímetros abdominais acima de 1m. E também quer dizer muitas outras coisas.
A rósea grávida da fotografia vem de um dos melhores livros que a E. recebeu este ano: a história de Drago (por Soledad Bravi), o dragão guarda-florestal que cospe água em vez de fogo, e de Dragone, a imprevidente dragoa que fala por paráfrases.

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