maio 2006
31 de maio, 2006


E, entre muitos outros links atrasados:
Um e outro bonecos instalados.
Tricotar para limpar.
Atelier Limalha: finalmente online, as jóias da Liliana Maia (eu tenho um colar).
30 de maio, 2006

Só ao ver as imagens lado a lado percebemos como são (já) diferentes. Por muito que racionalmente saiba que na minha barriga nada outra quase menina, a única imagem que tenho (de bebé, de menina, de filha) é da E., claro. E a menina que vem aí não é a E...
27 de maio, 2006

25 de maio, 2006
Espectadores do ZigZag procuram-se. Esta semana só vimos uma vez mas, nesse dia, nada de anúncios a séries imprórpias para crianças. Conseguimos?

24 de maio, 2006

23 de maio, 2006
A contar os dias para a segunda ecografia, já percebi que a ansiedade relativa ao que se passa do lado de dentro (será que está tudo bem? Já senti o bebé a mexer hoje? Era mesmo o bebé a mexer?) não é nem um bocadinho menor. De resto, é tudo como dizem os calendários da especialidade: mais fome (aliás, fome mais depressa depois de cada refeição), o sono mais ou menos domesticado (sestas quase diárias mas que me permitem trabalhar à noite) e a necessidade de dormir de lado (porque de barriga para cima não se deve e de barriga para baixo já não consigo).

22 de maio, 2006



Tive a sorte de esta menina se ter oferecido para ir por mim ver como se estavam a portar os meus bonecos no stand da nurseryworks, na ICFF em Nova Iorque. Pela lista de particpantes e pelo que se pode ver em vários sites, adorava poder dar um saltinho a esta feira.
Obrigada, Maria!

20 de maio, 2006

(Que bom ver que a E. ainda desenha nuvens brancas.) Estas nuvens estavam a chover.

Depois as nuvens cobriram o céu todo

e depois vieram os pássaros que puseram muitos ovos

e acabaram por se esconder atrás de uma nuvem muito escura para ficarem sossegadinhos.
19 de maio, 2006

18 de maio, 2006
Depois de protestar no sítio certo é preciso exigir uma resposta. Ao ver que não tinha sido a única a questionar a RTP sobre os anúncios antes e depois do ZigZag e a ficar sem retorno insisti (agora através do formulário existente nesta página). Responderam-me (!) com um email genérico (demasiado genérico) e assinado por um serviço (não por uma pessoa). A ver vamos o que se segue. Os emails:
Há cerca de duas semanas usei o formulário existente no site do Canal 2 ( http://www.dois.tv/area_fale_connosco.shtm ) para apresentar uma sugestão. Apesar de o mesmo não prever o envio dos contactos pessoais, fiz questão de deixar o meu endereço de email de forma a poder ser esclarecida acerca da questão que levantei. Não obtive ainda qualquer resposta, nem mesmo uma indicação de que o meu email fora recebido ou correctamente encaminhado.
Volto a expor o assunto que me levou a escrever, depois de entrtato o ter exposto igualmente no meu blog pessoal (em http://ervilhas.weblog.com.pt/arquivo/171289.html ), através do qual fiquei a saber que várias outras pessoas se dirigiram por email à RTP pelas mesmas razões e ficaram, como eu, sem resposta:
Gostava de saber se não seria possível não serem exibidos conteúdos impróprios para crianças nos intervalos contíguos ao espaço ZigZag. Não sei se a situação também se verifica de manhã, mas ao fim da tarde são diariamente exibidos anúncios das séries da 2: - Sobrenatural, 24, Serviço de Urgência, Sete Palmos de Terra - que, independentemente da qualidade que tenham, não são de todo adequadas aos espectadores do ZigZag.
Aproveito ainda para solicitar a divulgação no site da RTP do contacto do recém-nomeado provedor da RTP, visto que presentemente não se encontra disponível (nem é possível obter qualquer informação sobre as funções do mesmo). Não consegui igualmente obter esse contacto através da Linha de Atendimento ao Espectador nem através do número de telefone geral da RTP, para onde fui encaminhada pelo primeiro serviço.
(...)
Resposta da RTP
Lisboa, 18 de Maio de 2006
Exma. Senhora,
Desde já agradecemos o seu email.
Somos sensíveis à situação que nos apresentou. Aliás, através dos seus Programas, a RTP trabalha para levar ao lar de todos os portugueses, momentos de alegria e descontração, assim como garantir uma informação com rigor.
Porque afinal, é para si que trabalhamos dia após dia.
Por um Serviço Público de qualidade. Para que a RTP seja de todos e de cada um.
Atenciosamente,
Linha de Apoio ao Espectador RTP

17 de maio, 2006
1. A E. vê com alguma frequência os desenhos animados do fim da tarde no segundo canal. É a única altura em que a televisão está ligada antes de ela se deitar e, depois de conhecer a programação, já aproveitei várias vezes esse bocadinho para fazer o jantar. Há cerca de duas semanas liguei a televisão à hora certa e apanhei a publicidade antes de os desenhos animados começarem (imagino que muitas outras crianças já estejam à espera àquela hora e nem todas com o pai ou a mãe ao lado): entre os anúncios, dois a séries impróprias para pequeninos (uma delas de terror). Cheguei mais ou menos a tempo ao comando e nesse dia aproveitei para verificar que no intervalo imediatamente a seguir ao espaço infantil a cena se repetia (tiros, sangue, gritos e gente com ar apavorado). Enviei à 2: um email, perguntando se não seria possível evitar este tipo de conteúdos nos dois espaços publicitários colados ao Zig-zag. Ainda não tive resposta nem pude conferir eventuais resultados do meu pedido.
2. Levados pelo bom tempo e pela esplanada, resolvemos há dias almoçar num restaurante indiano-italiano (estranha mistura) em pleno Largo do Carmo. Sentámo-nos na única mesa vaga e durante todo o tempo em que lá estivemos todas as outras estiveram cheias (só) de turistas (mau sinal). Não sou especialista em restaurantes indianos mas já fiz um curso de cozinha indiana, sei nomear umas três variedades de dahl e conheço os condimentos mais frequentes pelo menos de asafoetida a tamarindo, para além de ao longo dos anos ter experimentado inúmeros destes restaurantes, incluindo a saudosa (e menos insalubre do que se poderia supor) esplanada da cave do Centro Comercial da Mouraria, que frequentei durante anos. O Indian Palace (assim se chama o restaurante do Largo do Carmo, que tem website - restauranteindianpalace ponto com - e sucursais noutras cidades) é, tanto quanto eu e o F. pudemos provar, o pior indiano do meu currículo, e não foi pela fraca qualidade da comida que ganhou este estatuto: no meu mango lassi vinha de brinde uma asa de mosca, a flutuar no meio do copo. Ao pedir ao empregado que o substituisse, desapareceu com ele sem uma palavra (quanto mais um merecido pedido de desculpas) para regressar quinze minutos depois com outro lassi (mais uma vez sem uma palavra). Só que o outro tinha a mesma asa de mosca puxada para a beira do copo. Para cúmulo quiseram cobrá-lo no fim, quando evidentemente foi devolvido com uma cara feia. E o pior foi nós não termos pedido o livro de reclamações. Prometi a mim mesma que foi a última vez. A ideia de fazer parte da estatística que diz que os portugueses são os consumidores menos exigentes desagrada-me sobremaneira.
PS: Depois de escrever este post e de ficar com a consciência ainda mais pesada por não ter feito nada na altura fui ao site do IGAE e apresentei uma reclamação por escrito.
16 de maio, 2006

As etiquetas dos tecidos de há uns anos (de há quarenta anos para trás? Ainda não levei o assunto suficientemente a fundo para ter a certeza) fascinam-me. No Verão passado encontrei uma e esta chegou-me hoje pelo correio - obrigada Alexandra!
15 de maio, 2006

Da nurseryworks pediram-me que fizesse uns bonecos maiores do que os do costume para estarem na International Contemporary Furniture Fair em Nova Iorque no próximo fim-de-semana. São poucos centímetros a mais mas fazem muita diferença.
nurseryworks
International Contemporary Furniture Fair
Booth 1021
May 20-23

Favas (uma grávida pensa mais em comida que o comum dos mortais?): São uma das minhas comidas predilectas mas só como os meus pais as fazem, com muito menos carne e ingredientes em geral do que qualquer uma das receitas que encontrei on-line (que são muitas, diferentes e em várias línguas - japonês incluído) e mais fáceis de preparar do que um ovo mexido.
Ingredientes:
2Kg de favas frescas
1 chouriço de favas
1 ramo de coentros
azeite
sal
Preparação:
Descascar e passar por água as favas. Colocar num tacho, acrescentar água (sem chegar a cobrir as favas), o chouriço de favas inteiro, o ramo de coentros (previamente lavado) e sal a gosto. Levar ao lume e cozer em lume muito brando até as favas estarem tenras (mais ou menos 1.30h). Quando estiverem quase prontas, regar com azeite (mais ou menos 4 colheres de sopa).
Portuguese fava beans
Ingredients
2Kg fava beans
1 portuguese blood sausage (this or similar)
Fresh coriander leaves
5 tablespoons olive oil
Salt to taste
Preparation
Shell and rinse the fava beans. Put into a saucepan, add water, sausage, coriander leaves and salt. Stew over low heat until tender (about 1.30h). Add olive oil just before turning off the heat. Slice the sausage and serve.
12 de maio, 2006

Durante a gravidez da E. documentei o crescimento da barriga sempre no mesmo espelho. Os (então muito poucos) leitores deste blog (na altura alojado aqui) foram poupados a essa enorme sucessão de imagens o que, receio, talvez não lhes aconteça agora. Na altura publiquei apenas uma tirada às 19 semanas, quando tinha poucos centímetros a mais (e, ahem, dois quilos a menos) do que hoje.
Entretanto a minha maratona das calças foi oficialmente encerrada na 1 et 1 font 3, que ganha o prémio das calças mais o-que-eu-estava-à-procura e onde os preços são bastante proibitivos. No balcão descobri um livro irresistível (mas que na loja não está à venda): Hot Mama, um guia com ilustrações da Trisha Krauss para estar linda, confortável e bem disposta do princípio ao fim da gravidez.
11 de maio, 2006

Se, como mandam os calendários, com o segundo trimestre conseguir voltar a resistir às sestas e deitar-me menos cedo, fica só por vencer todo este self-indulging (qual a tradução?) induzido pelas hormonas para conseguir retomar o ritmo de trabalho. Da lista de porfazeres já consegui riscar a encomenda que segue amanhã a caminho da loja d3 na Califórnia e ver o fim à da loja Mau Feitio, que abre hoje em Coimbra*.
Também como mandam os livros, desde há cerca de duas semanas que comecei a sentir (de vez em quando e muito ao de leve) movimento na barriga. Dos restantes sintomas de gravidez, o mais agudo é a não cientificamente comprovada acentuada perda de capacidade intelectual, também conhecida por preggo brain, que se bem me lembro da outra vez me atacou bem mais tarde...
Na nossa agenda (também a pensar que temos os três de aproveitar o melhor possível os próximos meses), dois espectáculos por que estou ansiosa: o Auto da criação do Mundo dos bonecos de Santo Aleixo (FIMFA 2006) e Uma Pequena Flauta Mágica, para a menina que se agarrou aos dvds da nova edição do filme do Ingmar Bergman a pensar que era a continuação do que ela insiste em ver quase diariamente.
*Mau Feitio
Rua do Quebra-Costas, n.º 42/44
3000-340 Coimbra
10 de maio, 2006


Muito melhor do que pelas mãos de uma desconhecida ou de uma mãe azelha é ter o cabelo cortado pela primeira vez pela maior amiga. Obrigada Ágata!
09 de maio, 2006

O novíssimo caderno Papel Moeda das publicações Serrote chegou mesmo a tempo de me ajudar a entregar a declaração de IRS dentro do prazo (mais uma coisa que com tanta calma ficou para os últimos dias).
E links, atrasados ou não:
Entrevista à Isabel, que leio sempre.
Quilt inspirador, um site de referência e a E. enrolada num vindo daqui.
Velho novo: saco feito de calças de ganga.
Guisolito: 1001 variações sobre carteira de Tetrapack (aqui as instruções do modelo mais básico) sobre lindos fundos.
08 de maio, 2006

07 de maio, 2006

No grande ponto de encontro em que o mercado de agricultura biológica do Príncipe Real se tornou para mim e para a E. fiquei ontem a conhecer (olá Mariana) uma novidade (para mim) que estou a tentar encaixar entre o último grito do consumo consciente (assunto em que o meu blog de referência do momento é o Worsted Witch) e a mais absurda das fricalhices: o movimento anti-fraldas (alguns de muitos outros links: A culture without diapers; Dare to bare; Babies without diapers? No thanks). Já tinha pensado muitas vezes nos bebés sem fraldas dos documentários sobre tribos pouco ou nada ocidentalizadas (os menos telegénicos assuntos da higiene pessoal acabam por nunca ser abordados) - como é que aquelas mães andam sempre com os bebés sem fralda na anca e tanto elas como eles parecem sempre limpos? - mas não tinha percebido que não era preciso ir tão longe (cf. Decommissioning the diaper). Se vivêssemos no campo, se a casa não fosse tão fria e não estivéssemos à espera de um bebé de Inverno, se... . Para já (e em contagem decrescente para voltarmos à rotina das ditas) acho que me fico por mais uns emails para as principais marcas de fraldas descartáveis (ainda não me dedidi a experimentar as de pano) a explicar que eu e provavelmente muitos outros mães e pais preferíamos comprar fraldas mais pardas mas menos lixiviadas e, ainda melhor, biodegradáveis.
05 de maio, 2006


Cerejas (doce) e o colar (doce) feito pela E. (doce doce) para o dia da mãe.
04 de maio, 2006

Novos bonecos na Livraria Arquivo, em Leiria (Av. Combatentes da Grande Guerra, 53) e outras, mais viajadas: uma com a talentosa Amy Ruppel, outra com a fotógrafa Nida Zada e mais uma com a querida mav.
Calças de grávida: problema resolvido na Veronique Delachaux (um par de calças de ganga de cintura baixa e elástica). Obrigada Sónia pela dica.
Projectos editoriais em atraso: um quase feito, outro por fazer (puf, puf, puf).
Impossibilidade de deixar comentários n'A Ervilha Cor de Rosa: problema aparentemente resolvido desde esta manhã.
02 de maio, 2006

Às 15 semanas já tenho um bocadinho de barriga e ainda não resolvi o problema da falta de calças. Só me apetece estar sossegada a ler, não me aborrecer com coisa nenhuma e pensar em quilts (aqui vê-se um bocadinho do próximo) e tricot. Ontem a E. começou a fazer desenhos com a mana (é quase de certeza uma mana) na minha barriga (e a avó na barriga do pai também). Este estado de graça transforma-me numa pessoa menos ansiosa (bom) mas também menos ansiosa por trabalhar (menos bom) e, neste momento, já inacreditavelmente atrasada com a minha contribuição para este projecto e outro igualmente interessante. Esta semana, portanto, menos leituras (já terminei o Sense and Sensibility), menos preguiça e mais trabalho!

01 de maio, 2006

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