março 2006
30 de março, 2006

...com um dos meus novos cadernos Serrote (este é o genial Toalha de Mesa). Obrigada Nuno!

O quilt do Cão e do Anacleto (que continuam no top das brincadeiras) está pronto (aqui outra imagem). Acolchoar à mão seguindo os desenhos dos próprios tecidos é demorado mas divertido (mesmo que os meus pontos não sejam tão regulares nem elaborados como estes). Fica a vontade de fazer outro, maior.
Princesa da ervilha linda (via Mollychicken).
...e grandes notícias neste planeta. Parabéns, querida Hilda!
29 de março, 2006

28 de março, 2006

Ontem entrei pela primeira vez na loja Zara Home e encontrei uma enorme variedade de quilts (não os vi no site). Todos feitos na Índia, acolchoados à mão e com tecidos muito finos mas lindíssimos. Fiquei surpreendida e, por momentos, tentada, sobretudo com os de criança, mas a verdade é que passados alguns minutos já só me ocorria pensar que miserável percentagem do preço final daquelas peças teria ido parar aos bolsos de quem efectivamente as fez. Entre o consumo consciente e a simples mania, opto sempre por comprar menos e mais caro mas mais fair trade e de preferência mais verde.
Tantos tecidos com flores à frente dos olhos por cima da insistência da E. nos acessórios dos bonecos (o cão e o Anacleto agora andam de fralda) levaram-me a começar um micro quilt com algumas amostras de tecidos Kaffe Fassett.

À falta de verdadeiro recheio de algodão (dão-se alvíssaras a quem souber se e onde se vende em Portugal) tenho usado o nosso baetão que é menos macio mas funciona bem.
27 de março, 2006

Resolvi experimentar a QOOP e imprimir uns micro livrinhos (tamanho cartão de crédito) com algumas das fotos da E. que tenho no Flickr. Chegaram num instante e estou satisfeita com o resultado: não só vou passar a cumprir o requisito de mãe que é andar com fotografias da filha na carteira como dão uma boa prenda para as avós e bisavós que vivem mais longe. E ocorreu-me que o formato também é bom para fazer pequenos portfolios.
26 de março, 2006


Com o bom tempo vêm, finalmente e devagarinho, as actualizações da loja.

Ditos de gente pequenina: 1 e 2.
Stephen Sollins: fiquei a conhecê-lo (e à celeuma a meu ver um tanto ridícula que a última exposição dele provocou) através de um excelente post do Whip Up.

24 de março, 2006

...e mais sobre sacos (e sacos de sacos).
23 de março, 2006

Deste lado: tinha de fazer um link para este post, nem que não fosse senão por nele se cunhar a expressão semântica cutchi-cutchi. Esta questão dos sapatos para andar passou-me completamente ao lado. Só a posteriori percebi que era assunto, por uma amiga (olá Marta) me falar em plantares e arcos do pé. Sempre me pareceu que os bebés e os sapatos não tinham sido feitos uns para os outros (e a E. deixou quase por usar um monte deles). Aflige-me ver bebés com sapatos que não deixam os pés curvar-se e os dedos fazer ginástica (que é o que eles fazem o tempo todo se estiverem descalços). A E. começou a andar em casa e dentro de casa (da nossa, entenda-se) não usamos sapatos. As teses dos sapatos que moldam bem os pés lembram-me logo, passe o exagero, práticas de outros tempos e paragens. Nem sei bem quais foram os primeiros sapatos em que andou (talvez estes?) Só sei que eram macios e bem largos à frente, como todos os outros que teve até hoje. Ah, e o facto de não achar nada práticos os sapatos para bebés não quer dizer que não me delicie com eles.
21 de março, 2006

Ela e as letras:
De livro aberto em cima da cabeça: Mãe, assim pareço um O de AVÔ.
20 de março, 2006

Instantâneo Amélie do dia: #495 no Rio.
...e coisas boas:

Ilhoses e fio da Casa Forra, o fiel alicate para os aplicar que o Rui me deu há onze anos e galões oferecidos pela Mary e pela Miriam.
Pregadeiras que eu usaria: as desta fábrica.
17 de março, 2006

(aqui em grande)
...em conversa com a Gabi, esta manhã, lembrei-me que há onze anos foi este filme que me virou do avesso.

16 de março, 2006

Livros novos e livro velho novo:
Mori-kun the Child of the Forest, uma história protagonizada por bonecos de pano de Yuriko Watanabe.
Dressed soft toys: Animal families, para a minha colecção de livros antigos deste género (imagem).
Stitch 'N Bitch Crochet: The Happy Hooker: Encomendei-o sobretudo pelas excelentes instruções para quem quer aprender a fazer crochet (ou passar a saber fazer mais do que andar à roda, como eu). Inclui a receita da Camilla para fazer um boneco como os dela!
...e ainda, uns lindíssimos cartões da Brandy Agerbeck.
Mais sobre sacos: um post da Claire sobre os sacos de sacos de plástico e estes todos feitos com materiais recuperados.
Vontade de usar brincos por causa destes da Margarida.
(e ainda não me passaram os Brokeback Mountain blues).
15 de março, 2006

Muito sono, muito trabalho e muitos prazos...

A #509, ao saber das saudades da E., mandou um postal. Obrigada, Nuno!
13 de março, 2006

Mais duas para a colecção: o Sebastião com o Tobias e a Maria Léguas com a Gui a caminho de Timor Leste.
Bag It: um artigo da Claire sobre sacos de plástico com links para vários sacos de compras reutilizáveis.
...inesperada e inexplicavelmente, passadas 24 horas continuo enfeitiçada por este filme.
12 de março, 2006

Desta vez levei a E. à Moda Lisboa. Não me devo ter explicado muito bem enquanto a preparava para o espectáculo porque, para além de me ter perguntado se íamos ver a Maria João Pires (mais por causa das ilustrações desta colecção do que por outra razão qualquer), ao fim de três modelos estava ansiosa pelo momento em que as princesas iam começar a dançar. O que mais gostou foi das meninas mascaradas (das várias promoções, cá fora), sobretudo das que tinham cara de gato e lhe deram autocolantes. Depois, em casa, dedicou-se ao seu novo passatempo.

10 de março, 2006

1, 2.
Ontem saímos felizes e inchados do consultório, convencidos de que no geral temos feito um bom trabalho. Que paciência devem ter de ter os pediatras para aturar todos os dias não as crianças mas o rol de pais e mães (nós incluídos) embevecidos com as gracinhas e percentis dos respectivos rebentos. O desafio principal, agora, é resistir à tentação do circense mostra lá à doutora como já sabes ... e ... e deixá-la dizer e mostrar só o que quiser e como quiser.
Desenhos lindos de grandes e pequenos e desenhos lindos por grandes para pequenos.
09 de março, 2006

Feito com tecido vindo de Singapura, lembra-me chá de frutos silvestres.
#502 e #492 nas suas novas casas e a #509 que não chegou a aparecer aqui mas de quem a E. se despediu com muitas lágrimas, o que não foi nada agradável.
De uma agulha só, extraordinários amigurumi feitos pela Elisabeth Doherty.
(...e não tinha visto que a Pal também tem uma cama de princesa da ervilha!)
De saída para a consulta de rotina dos 3 anos da E, ainda me sinto como quem vai fazer um exame da escola.
08 de março, 2006

Crafty Tour of Lisbon (fiquei convencida de que é uma boa ideia quando vi numa das lojas já incluídas uma turista japonesa de print na mão): duas contribuições da Margarida.
07 de março, 2006

Apesar de já ter feito vários links para A Saloia, acho que nunca partilhei o entusiasmo que sinto pelas mais recentes bonecas da Mary. Não sou muito capaz de explicar o que é que as torna tão especiais, mas creio que a forma como se inspira e o cuidado que põe em cada pormenor sem com isso perder a espontaneidade são duas boas razões. E ainda por cima são (nas cores, nas caras, nos pontos, no ar) deliciosamente portuguesas, o que não só é um atributo que raras vezes acho delicioso como cada vez menos se nota naquilo a que se chama artesanato hoje em dia.
06 de março, 2006

Com a E. convalescente, muitas horas de sono e a casa novamente operacional espero regressar esta semana em força ao trabalho e conseguir retomar o ritmo. Deixei por ler muitos posts mas às vezes é preciso respirar fundo longe do monitor.
Dos links de que não me esqueci entretanto ficaram:
Happy anniversary!: o meu primeiro boneco na China continental.
A Princesa e a Ervilha com colchões para brincar.
Procuram-se grávidas ou mães de gémeos: apelo de um babyblog invulgarmente divertido e bem escrito.

02 de março, 2006

É o primeiro irmão do Anacleto (nome que usei um dia para rimar com alfabeto numa das cantilenas que improvisamos diariamente à hora do banho e que lhe ocorreu para baptizar o macaco) e vê-se maior aqui.
Reorganizar a despensa implica revisitar dezenas de caixotes poeirentos. Até o digital como suporte e a internet terem entrado no meu dia-a-dia era uma obsessiva caçadora-recolectora de imagens. Coleccionei selos e recortei revistas durante anos, passatempos a que a minha chamada cultura geral deve bastante e que não sei a que actividade infanto-juvenil contemporânea correspondem. Para além disso guardei revistas até muito tarde. O resultado de tudo isto são quilos de reproduções de quadros, reportagens, biografias, programas de espectáculos, guias de museus e informação em geral organizados alfabeticamente tornados absolutamente inúteis desde que deixei de forrar dossiers e a julgar pelo número de vezes (zero) que lhes peguei nos últimos dez anos. Os selos ficam e o resto (recortes e revistas) vai ter de ir embora, o que me fez lembrar a diferente relação que os novaiorquinos têm com o lixo. Em Nova Iorque apanhei imenso lixo da rua, porque lá todo o lixo que não é lixo propriamente dito é tratado como potencialmente interessante para outrem. De caixotes limpos e arrumados, sozinhos no passeio, trouxe discos de vinil, revistas (lá está) e uma régua de madeira que uso regularmente. Aqui sei que o que não for muito bem fechado em sacos de plástico e colocado no contentor aparece espalhado no passeio passados dez minutos. Por isso lá vão as minhas The Face de 1991, Wired de 1995 e Wallpaper de 1998 directamente para a reciclagem, sem hipótese de encontrarem novos donos. Deve ser por isso que não temos por cá scrap stores e thrift stores propriamente ditas.
01 de março, 2006

Quando fizemos obras em casa não chegámos a remodelar a despensa. A hora dela chegou agora: o F. pintou-a do azul do nosso saco de compras preferido, que fica mesmo bem atrás das estantes clarinhas. Do outro lado da casa, no meu escritório, entraram mais dois móveis destes (o meu stash aumentou exponencialmente nos últimos meses), que até estarem completamente montados não me deixam cabeça para muito mais.
Entretanto recebi da Katja um email semelhante a vários outros anteriores, a perguntar se existem (e onde) cursos de costura (não profissionais, entenda-se) cá em Portugal. Confesso que não sei. Já tive vários convites para dar aulas deste género (para as quais não tenho grande competência, sobretudo porque sou totalmente auto-didata e ainda parto agulhas da máquina de costura com alguma regularidade) e estou convencida de que se alguém com jeito aproveitar a deixa terá sucesso. Quando comprei a minha Singer disseram-me que podia ter umas aulas de costura gratuitas num centro (/escola?) pertencente à empresa (não me lembro onde era). Na altura tive vergonha, mas agora tenho alguma pena de não ter aproveitado...
Copyright for Crafters and Artists: água mole em pedra dura... (não é, Miriam?).
Na fotografia, sacos mais do que suficientes para fzer mais um destes.
« fevereiro 2006 | Entrada | abril 2006 »
. Powered by Movable Type 3.2ysb5-20051201.
rosapomar.com® and the rosapomar.com® logo are a registered trademark
of Rosa Pomar.
rosapomar.com é uma marca registada.
