julho 2005
31 de julho, 2005

Apesar de ter comprado dois pares de meias de propósito para o efeito, não fiz nenhum sock monkey a tempo de entrar no Month of Softies de Julho. Através do Google percebi que já falei em fazer um em pelo menos 4 posts (1, 2, 3 e 4). Já é tempo de deitar mãos à obra e, entretanto, deparei-me com mais alguns livros e links:
Moldes: Red Wing Sock Bird Puppet e Socktopus.
Livros: Stupid Sock Creatures, Sock Monkeys: 200 out of 1,863
, Tony Millionaire's Sock Monkey
e os de Ann Jacobs Mooney
(as capas estão aqui).
PS: ISBN4579110617: mais animais feitos com meias (e luvas).

Saco novo na loja.

30 de julho, 2005

Missão cumprida. O dia esteve óptimo (nem frio nem calor a mais), o cantinho novo em que ficámos revelou-se muito aconchegado e, como o Filipe esteve comigo todo o dia, cheguei a casa muito menos cansada do que das outras vezes e pude conversar e passear o dobro do costume.

Instalei-me como sempre à beira da Hilda e desta vez pude ver com calma todos os pormenores dos novos e magníficos cavalos, que não deixaram ninguém indiferente.

As estrelas da feira, para mim, foram as caixas Uma Casa Portuguesa (email), que a Catarina trouxe pela primeira vez ao Príncipe Real e que merecem ser vistas de perto (por exemplo na Mousse, em Lisboa). São pequenas colecções de objectos portugueses, das andorinhas que toda a gente conhece a relíquias como o sabonete Morna, reunidas por tema ou função em caixas lindas e criadas de propósito para o assunto e acompanhadas por um livrinho impresso em tipografia. Right up my alley.


29 de julho, 2005


Em preparativos para a Feira do Verão, amanhã no Príncipe Real.
28 de julho, 2005


A E. teve esta boneca de presente mas eu é que tenho andado a brincar com ela sem me cansar de a admirar. Foi feita em Moçambique mesmo diante dos olhos da Carla e, apesar de parecer muito simples, dá-me uma sensação de movimento e de vida totalmente fora do vulgar. Tem um braço a segurar uma trouxinha que leva à cabeça e outro a amparar um bebé atado às costas. É deliciosa. Gosto imenso de bonecas de pano africanas (já tínhamos algumas) e de bonecas tradicionais em geral. Depois das da minha mãe, são sem dúvida as que mais me inspiram.

A boneca veio acompanhada de uns magníficos Tais de Timor Leste que mal arrefeça um bocadinho vão de certeza andar comigo para todo o lado. Obrigada, Carla!

Como se este Natal adiantado ainda não bastasse, também recebi da Paula as chitas brasileiras mais lindas que já vi, mesmo de algodão, que vou transformar em alguma coisa mal ganhe coragem de as cortar.

E ainda:
Molly Chicken: estojo-boneco (a partir destes).
Crafting Japanese: um blog que é uma biblioteca virtual de crafts books japoneses, à espera das contribuições de todos.
27 de julho, 2005

A feira do Príncipe Real volta a realizar-se este fim-de-semana, e eu vou estar lá no Sábado (dia 30). Acabei agora de fazer a lista de participantes e de avisar os amigos e conhecidos. De 29 a 31 vai também haver mais uma Feira Laica, desta vez em Palmela e no âmbito do FIAR, mas como não tenho o dom da ubiquidade nem energia inesgotável fico-me só por Lisboa.
Links:
Jeu de Mailles: através da Chuculeta con Ratón cheguei a um site francês com livros e materiais para uma série de crafts. Dos livros, gostei sobretudo destes: Animaux en récup, Animaux en point croix e Doudous et pelouches.
A Treasury of Needlecraft for the New Baby (1976): mais um livro para a minha colecção virtual.
26 de julho, 2005


[Em resposta aos comentários] A E., pelo menos para já, vai para uma escola normal que fica a poucos minutos de casa e de onde não quis vir embora de todas as vezes que fomos lá habituar-nos ao espaço, às pessoas e à ideia. O prédio desta escola é grande, cheio de luz e bem-cheiroso e a educadora-mor inspirou-me confiança desde o primeiro encontro. Tem um pátio ao ar livre à escala e o dia-a-dia dos meninos dos três anos para cima parece ser bastante recheado de actividades diferentes. Sobre o que fazem os mais pequeninos (com quem a E. ficará nos primeiros tempos) não me sinto tão optimista. Ando à luta com as minhas ideias feitas acerca das educadoras de infância (o que vi até hoje não me tem animado muito) e sobre os repertórios musicais e visuais dos infantários em geral.
Poucas pessoas me influenciaram tanto como os (poucos) professores excepcionais que tive (entre os quais se contam a professora que me deu aulas na terceira e quarta classes e o meu muito querido e recentemente falecido mestre Luís Krus) e acredito que uma educadora de infância excepcional tem a mesma importância na formação de uma pessoa do que um professor universitário brilhante. Claro que há maus professores em boas escolas e que o inverso também acontece de certeza, que numa escola há muitas coisas que contam para além do educador propriamente dito e que toda a gente acaba por sobreviver, melhor ou pior. A quem já passou pela maternidade há mais tempo tanta picuinhice até parece exagerada, mas para mim esta questão da escola (quando, onde e como) tem sido central (e mais geradora de angústias do que qualquer outra) na sucessão de escolhas que é o dia-a-dia de criar um filho.
Se não fosse tão longe e fora do orçamento, não tinha grandes dúvidas em increver a E. nesta escola, para a qual trabalhei como bus-lady durante parte da gravidez e que me impressionou pela positiva em quase tudo (Inglês como língua principal a par do Portugês, multiplicidade cultural, formação e informação dos professores e auxiliares, espaço e mais espaço, equipamento, qualidade e variedade dos trabalhos realizados pelos alunos, etc. etc.) mas, para já, ficamos pelo bom dentro do normal, de olhos bem abertos para ver como correm as coisas e com a certeza de que é também dos pais a responsabilidade de fazer da escola um sítio melhor.

Daqui a dois meses a E. estará no infantário de segunda a sexta pelo menos algumas horas. Depois de tantas dúvidas, estou convencida de que é a altura certa e ela parece estar mais do que pronta para este passo. Já ando a sonhar com ler o jornal todas as manhãs, voltar a desenhar, começar finalmente a fazer yoga e, claro, ter outro bebé.
Outras coisas:
Bonecos em pano pintado da Mia Hansen (outro link repetido), bonecas do Equador e uma almofada leão.
Os sacos de chita continuam a encontrar novas casas. Amanhã segue um para junto da prendada Viviane Hack.
Amostra: galeria de projectos de jovens criadores portugueses.
25 de julho, 2005

Já devia ter saído de casa e ainda tenho de parar em quatro sítios a caminho do (outro) trabalho...
Aleksandar Petrovic: para as fãs do modelo do post anterior, aqui fica o link para o portfolio do Sasha.
24 de julho, 2005

Tenho pena de não ter seguido com mais atenção a série Povo que Canta, que tem dado aos domingos de manhã. A E. ficou tão encantada como eu com os bocados dos episódios a que assistimos (sobretudo com a parte dedicada aos bonecos de Santo Aleixo, que espero rever com ela). Fiquei com vontade de ouvir o disco.

...e as nossas portas mudaram de cor.
23 de julho, 2005

Um jantar na melhor das companhias, um dia interirinho em que a E. tirou férias dos pais e horas seguidas de puro ócio. Tudo actividades que devíamos praticar com mais regularidade.
The lucky sew-it yourself book: outro livro de costura para crianças tentador. Encontrei-o aqui e depois vi que a Hillary também o tinha (mais imagens aqui).
Rainbow em Hong-Kong.
22 de julho, 2005

21 de julho, 2005



No próximo dia 30 há outra vez feira no Príncipe Real e já começámos a fazer crachás. Este tem um senhor a pintar uma parede da mesma cor que usámos cá em casa e que a Maria também experimentou (e eu tenho a minha t-shirt Mothern).
Meias:
Os sock monkeys são o tema de Julho do Month of Softies. Ainda não sei se vou participar ou não, mas tenho encontrado (depois dos que deixei aqui) uma série deles muito bonitos e mais ideias para fazer bonecos com meias:
No Flickr: um macaco cor de rosa, um verde e mimalho, um dos anos 50, um cão e muitos outros.
Peng-Peng Bears & Sock Monkeys: os ursos podem não fazer o meu género, mas os sock monkeys da Peng-Peng são os mais extraordinários que conheço.
Lynda Corazza: Chaussettes: um livro para crianças que me deram a conhecer ontem e cujas personagens são animais feitos de meias.
E ainda, para quem gosta de postais e de enviar e receber correio verdadeiro, o PostCrossing (via Meia de Leite).
20 de julho, 2005

Patterns and copyright: um post da Hillary acerca do uso (e abuso) dos moldes/figurinos/padrões/motivos (qual a tradução certa?) com um comentário útil deixado pela Stephanie acerca do período normal de vigência dos direitos de autor (nos EUA).
The Family Book Of Things to Make and Do: faço minhas as palavras do post sobre os livros de faça você mesmo editados até aos anos '70 - I love them because they reflect an era where people were thrifty, resourceful and imaginative - a time when it seems that people would spent their free time creating instead of consuming, fixing up old stuff instead of throwing it away.
Jess Hutch: bonecos de tricot excepcionalmente bem feitos e bonitos, com o molde deste coelho disponível para quem quiser experimentar. O weblog está aqui.
Mr. Dangly: molde de macaco em tricot desenhado pela Cakeyvoice. Posto em prática também pela Jess.
Liquid Paper: bonecos feitos por meninas pequenas.
Fuzzy Bear Totem, Wolf e Pig Joined at the Hip, os bonecos mais extraordinários que vi nos últimos tempos, da autoria da Lizette Greco.
E ainda, a cara linda de uma boneca antiga, nos arquivos da Mimi.
19 de julho, 2005


Compras recentes:
- Baltasar e Barnabé, de Éva Janikovsky e László Réber, na Ler Devagar. É a história de dois cães gémeos que não gostavam nada de ser confundidos um com o outro e é quase tão bom como o outro livro que temos desta dupla de autores.
- Pontos de bordados, comprado por impulso num alfarrabista, mas com alguns motivos deliciosos.
- Caderno Quadriculado das edições Serrote (um maço deles para a gaveta das coisas-bonitas-que-convém-ter-à-mão-para-quando-é-preciso-desencantar-uma-prenda-de-repente).
Ainda a propósito de bordados, a Mimi tem alguns motivos para bordar fora de série (mais aqui).
Japão:
- Maminka: ilustratora, bonequeira, etc.
- Pooka: revista para crianças.
- ISBN#4576050753: mais um livro apetecível só pela capa.

Imagem tirada do livro Pontos de Bordados, Série de Bordados Âncora, n.º 5 [1950-1960?].
18 de julho, 2005

17 de julho, 2005

#22 ... #283.



16 de julho, 2005

Mais um saco.
Japão:
Zakka e com crianças também.
Texto:
Anarchy and apron strings: Crafty girls ou new doms (via Extreme Craft).
Ilustração:
Souther Salazar: Tenho quase a certeza de que já não é a primeira vez que aqui deixo este link, mas não faz mal. esta é uma das minhas preferidas.
Mori Kan: é em japonês, mas as situações mamã+bebé são universais.
15 de julho, 2005


14 de julho, 2005

Por causa de um post sobre logotipos de metropolitanos, a Jan descobriu os azulejos da Maria Keil e, por causa disso, fiquei a saber que a Biblioteca Nacional Digital tem um site inteirinho que lhe é dedicado e que vale a pena ver com atenção.
Fotografias e uma casa: Catarina Costa Cabral.

Já passaram dois meses e ainda não tinha deixado aqui nenhuma referência ao artigo que saiu no número de Maio da revista Azul sobre o meu trabalho (a Azul é editada pela CGD e produzida pela mesma equipa que faz estas duas revistas). A entrevista correu tão bem que não resisti a tirar fotografias à jornalista (Rita Vassal) e ao fotógrafo (Hugo Amaral).

13 de julho, 2005

O meu velho maple mudou de canto na sala e finalmente (mais uma vez graças à ajuda do Miguel) as pinturas acabaram. Amanhã montamos o último móvel e podemos arrumar as coisas que tivemos de ir empurrando de divisão para divisão (manobras que acabaram com a nossa cama a invadir o quarto da E., único em que ainda havia espaço).
Depois de um jantar, ontem, em que fiquei a saber ainda mais pormenores sobre a vida de uma das pessoas da minha família que mais pena tenho de não ter conhecido e por quem sinto maior admiração (o meu bisavô materno, que dedicou toda a sua vida a lutar contra o regime fascista em Portugal), hoje tive a sorte de conhecer uma mulher fora de série. É a Maria João Freitas, que conhecia já de nome pelos textos que assina na revista do Público e por ser directora da minha revista portuguesa preferida, a Alice do Clube de Criativos. Entre muitas outras coisas que partilhámos sobre a vida e o trabalho de cada uma soube que foi ela quem concebeu o guia de compras de Campo de Ourique (chama-se Campo de Ourique Shopping), que é de tal maneira útil e bem conseguido que foi entretanto descaradamente copiado para outros bairros da capital (para proveito dos lisboetas, é verdade, mas com uma enorme falta de escrúpulos e de imaginação). Em dias como o de hoje não tenho pena nenhuma de não ter voltado para Nova Iorque.
12 de julho, 2005

(E., preocupada) - A mamã apanhou uma traça.
(eu, explicativa) - Pois, as traças estragam a roupa. Comem a roupa das pessoas.
- E arroz!
Chegou num instante...
...a primeira encomenda de bonecas que enviei para a Austrália. Foram ter com a Dani, que tirou esta magnífica fotografia:

Thank you Dani!
11 de julho, 2005

Update: três divisões pintadas, uma por pintar (o resto fica para a próxima).

Dot Pebbles: kits para fazer meninas em tricot (encontrei aqui) e um livro lindo.
10 de julho, 2005

Tanto já feito...

...e tanto por fazer.

Totalmente na mouche, o cartoon do Miguel na Pública de hoje (p. 69). Quem lida com tecidos todos os dias não pode senão passar o tempo perplexo com a situação da indústria têxtil em Portugal e perguntar-se por que razão não se investe a sério em qualidade e inovação. E o mesmo vale para as grandes lojas de tecidos (pelo menos as de Lisboa, que são as que conheço), onde o panorama é desolador: já que quase só vendem tecidos espanhóis, por que não pelo menos apostar em escolher o que de bom se faz aqui ao lado?

09 de julho, 2005

...ainda não ao fundo do túnel das obras (duas divisões pintadas e duas por pintar) mas no tecto do meu escritório. O candeeiro é este (e não me importava de ter este para o quarto).

Foi mais ou menos há um ano que comecei a tentar perceber o que era feito das chitas de Alcobaça, que quando eu era pequena ainda se encontravam nos mercados. Depois de me fazerem cara feia nalgumas lojas de tecidos ao perguntar por elas (parecia mal pedir chita numa loja chique e nas outras diziam-me que já não se produzia tal coisa) comecei a encontrá-las. Pelo caminho aprendi que no Brasil também existem e comecei a juntar todos os pedacinhos de chitas antigas que encontrava, como esta. Acho que vou mesmo começar uma colecção.
Não são de chita mas também são lindos: lenços portugueses.
08 de julho, 2005

O tecido que usei para fazer estes sacos esgotou antes de conseguir comprar mais uns metros, mas já tenho prontos outros diferentes.
(Do dia de hoje e de um incidente bastante desagradável que me aconteceu, só consigo pensar que entre uma miss simpatia e uma mulher exigente e competente no seu trabalho prefiro sempre ser a segunda).
Viver este dia e este outra vez. Com a televisão escondida por detrás do sofá, duas mesas e todas as ferramentas, sem ser ligada há dias, só à tarde sabemos do que se passou ontem em Londres. Vejo os londrinos mais calmos do que alguma vez algum português seria na mesma situação e, consciente de que esta guerra sem regras está para durar, pergunto-me por que razão, passados quase quatro anos sobre o onze de Setembro, não foram introduzidos no quotidiano de todas as escolas, empresas e transportes públicos, exercícios que nos ensinem a lidar com o pânico, a sair de um edifício ou autocarro em chamas ou a socorrer os feridos.
07 de julho, 2005

(há que aproveitar os cantinhos já prontos para tirar fotografias)
Velhas tecnologias, novos conceitos: descobri o newsletter deste projecto numa loja, já há mais de um mês. O grafismo chamou-me logo a atenção e trouxe-o para ler depois mas só o encontrei hoje, no meio de um monte de papéis por arrumar. Gostei de conhecer este grupo de artesãos, de ver valorizada a qualidade dos saberes e da concretização do trabalho (porque é vulgar ver-se chamar artesanato a tanta coisa que é simplesmente mal feita) e fiquei mais contente ainda por perceber que foi criada uma empresa em Portugal para recuperar a produção de mosaico hidráulico, para mim o mais bonito e dos pavimentos, que reinou durante quase cem anos até começar a desaparecer nos anos 60 - chama-se Artevida.
06 de julho, 2005

Apesar dos progressos, a casa ainda está longe de estar pronta. Há livros empilhados pelo corredor fora, estantes no meio do caminho e a minha bancada de trabalho ainda não chegou. Às três provas do triatlo diário (maternidade / bonecos / trabalho), sempre sobrepostas e meio baralhadas, junta-se esta da arrumação que parece não ter fim à vista. Mas o Miguel tinha razão: o escritório fica mesmo bem pintado de cor de rosa.
05 de julho, 2005

Com as chitas ainda por cortar alguns padrões parecem-me demasiado vistosos, mas quando os sacos estão prontos não me canso de olhar para eles. Este é outro dos meus preferidos.
Que fazem os ilustradores portugueses quando não estão a desenhar? Escrevem para o boneco.

Ficámos a arrumar até às três da manhã e conseguimos antecipar o regresso a casa. Estou muito satisfeita com os móveis que escolhi para arrumar os materiais de trabalho: depois de meses a escrutinar o catálogo do IKEA, só quando lá fomos é que me ocorreu que esta era provavelmente a melhor solução. Com caixas, caixinhas, gavetas e prateleiras à minha espera, vou poder organizar os tecidos por cores e tudo.
Outras coisas:
Desenhos destes dão-me saudades dos meus alunos.
Farda crafty.
04 de julho, 2005

Tenho um carregamento de chitas novas, sacos shangri-la acabadinhos de sair do forno e mais estes prontos, com corações. O meu escritório já está cor de rosa (e lindo) - mais uns dias e podemos voltar a dormir em casa.

Nada como um fim-de-semana perfeito para nos distanciarmos das coisas que nos consomem todos os dias e podermos rir-nos um bocadinho de nós próprias.

A E. passou o tempo dentro de água ou a brincar com o Dodo e eu, para além de passar longas horas sem fazer literalmente nada, deliciei-me com iguarias várias e, um ano depois, deitei mãos a mais um saco de sacos. Muito, muito obrigada, querida Hilda e querido Miguel!
01 de julho, 2005

Rumo ao sul, em boa companhia. Bom fim-de-semana!

É a irmã mais nova desta e está na loja. E nós estamos a contar os segundos para o fim-de-semana.
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