junho 2005
30 de junho, 2005



Com a inestimável ajuda do Miguel e a maratona do F. as obras estão a avançar depressa. Ontem, quando fui a casa buscar materiais para trabalhar, não me deixaram entrar na sala para não a ver por terminar, mas tiraram esta fotografia.
Amanhã à tarde não devo estar em Lisboa, mas se estivesse não ia perder de certeza uma venda muito especial organizada pela Clara Rolim (que é professora de Yoga) que vai ter lugar na zona do Príncipe Real: roupas feitas com tecidos antigos vindos da Índia e mais coisas lindas que não se encontram nas lojas. Vai ser na Rua Nova de São Mamede, 56 - 4.º Esq., entre as 18 e as 22h. Todos são bem-vindos, desde que tirem os sapatos antes de entrar.

...e um saco ao ombro da Sofia.
29 de junho, 2005

Apesar de estarmos todos desertos por regressar à tua casa (segundo a E., que ainda não aprendeu a dizer minha), há coisas boas em passar uns dias na casa dos meus pais, que entretanto foram de férias. A melhor é o quintal, claro, cuja existência transforma completamente o estar em casa. Estar em casa mesmo ao lado dos melros não tem nada a ver. Os outros luxos principais são o cabo (que para quem só liga a televisão depois das dez da noite e gosta de coser enquanto vê um bom filme faz toda a diferença) e a biblioteca do meu pai. Graças ao primeiro vi ontem (e deixei-me enganar até ao último segundo do genérico, sentindo-me depois cada vez mais ingénua à medida que recapitulava os inúmeros pormenores mirabolantes) o documentário Forgotten Silver, de Peter Jackson. Entre os livros descobri finalmente o nome que tinha debaixo da língua desde este post da arc: Hiroshi Sugimoto.
Alheios lindos: Muriel Fay e os maravilhosos ping'S (♥).
28 de junho, 2005

Port2Port: mav e arc a brincar às bonecas.
Nuestros hermanos: El Señor García (blog e site) e Holeland (blog e site).
Via Meia de Leite: MIT Weblog Survey.

Abriu ontem em Leça da Palmeira um novo espaço para crianças (com livraria infantil e workshops), que também tem bonecos meus e coisas lindas da Ana Ventura. Só vou conhecer a Mãos à Arte em Agosto, mas já me contaram que vale mesmo a pena.
Livraria Mãos à Arte
Rua do Sol Poente, 321
Leça da Palmeira
27 de junho, 2005


Em quase dez anos de internet, não tenho dúvidas de que ela me trouxe muito (mas muito) mais de bom do que de mau. Hoje de manhã, junto à parede que mesmo por acabar já enche a sala de luz cor de rosa, parecia Natal.
26 de junho, 2005

Rosey Grier's Needlepoint for Men (via Extreme Craft) e outras imagens dos anos setenta.
Mais um e outros sacos chegados aos seus destinos.
25 de junho, 2005
Enquanto via no Flickr uma série de bonecos feitos em crochet e tricot (gostei sobretudo do Arnie da Marilyn Patrizio e do June bug da Jess Hutch), descobri uma novidade no universo crafty que de certeza que vai dar que falar. Chama-se Etsy e é um site aparentemente muito simples de perceber onde qualquer pessoa pode vender ou comprar objectos feitos à mão. Como acaba de ser lançado, até ao fim de Julho não serão cobradas quaisquer comissões a quem queira usá-lo para vender as suas criações. Cada vendedor tem uma loja com direito a profile e imagens, os produtos podem ser procurados por autor, categoria (por exemplo toys), palavras-chave e materiais, e o funcionamento está explicado aqui. É de experimentar!

#248 e a sua sombra em NYC.
24 de junho, 2005

Fazer obras em casa sem parar de trabalhar e com uma criança de dois anos pelo meio não é nada fácil. Temos passado os dias divididos entre a casa dos meus pais, onde acampámos temporariamente, e a nossa, que nesta altura do campeonato também parece, na melhor das hipóteses, um acampamento. Temos de ir empurrando os móveis e tudo (tanto) o que eles levam de uma divisão para a outra, de maneira a podermos preparar e pintar as paredes mas sem impedir o acesso às coisas mais importantes. Não parece muito complicado, mas hoje estive a encher bonecos sentada na cama entre caixotes de tecidos, sempre a precisar de coisas que entretanto tinha trazido para casa dos meus pais. A parte boa é haver mais gente para decidir o que se vai fazer para o jantar e a E. passar o tempo muito mais entretida (a brincar com água na varanda, a ajudar a avó ou a vestir t-shirts da tia que lhe dão pelos joelhos). Amanhã de manhã, se tudo correr bem, abrimos as primeiras latas de tinta (desta vez não consigo participar na feira do Príncipe Real).
♥ Petra a tomar chá com os novos amigos.
Sockmonkeys: com tanta gente por cá a fazer bonecos, ainda não encontrei ninguém a fazê-los com meias. Lá fora: Sockmonkey Company, Sockmonkey Drawer e instruções para fazer um macaco de meias.
23 de junho, 2005

Ao lado das maçãs do Hihihi.
#253 ao(s) espelho(s) e #244 em Sintra (obrigada às duas meninas).
Misprinted Type: Desenhos e mais de Eduardo Recife. Espero vê-lo um dia também na Tiny Showcase (via Amyalice).

Depois de meses a tentar imaginar algumas paredes com outras cores, numa visita de dez minutos o Miguel, que é especialista na matéria, deixou-nos rendidos à evidência das sugestões que fez. Vai daí, o meu escritório tem um futuro cor de rosa, coisa que há uns anos acharia inconcebível. Comprámos ontem as tintas (também por conselho do Miguel acabámos por optar pelas cores dulux da Robbialac) e o buraco do rodapé já quase não existe.
Noutras paragens:
Mandarina na Virgínia.
Pedro em Singapura.
#234 em Portugal.
Um saco de chita chegado à Holanda.
...e ainda:
Safety fence tote bag: não dá para levar cerejas mas é lindo na mesma.
22 de junho, 2005

Está tanto calor...
21 de junho, 2005

Este post devia ser sobre o rodapé que o F. teve de arrancar para podermos encostar as novas estantes à parede, mas acho que só consigo falar do assunto quando o buraco que ficou estiver tapado.
Da longa conversa que tive ontem à tarde também ficou uma série de links. Um deles, para as sapatilhas desenvolvidas pela Adbusters, as Blackspot, que são feitas em Portugal (vale a pena ler o texto), apesar de nenhuma loja ter apostado ainda em vendê-las cá (!). Quero umas Unswooshers para o próximo inverno. A propósito de sapatilhas, claro que falámos nas míticas Sanjo, que também ainda não há quem tenha tido a ideia de recuperar (as da fotografia são de um estendal vizinho).
E mais:
Morran with new friends: a Camilla regressou à Suécia.
Photomontage: links a explorar.
The Quilts of Gees Bend: patchwork do que eu gosto.
Lovemonster: no meio da maré de bonecos, há sempre um ou outro de que gosto muito.

20 de junho, 2005
Entrámos oficialmente em obras, apesar de eu ainda estar a recuperar do fim-de-semana e só o F. ter feito já algumas coisas. Temos o corredor atulhado de estantes novas por montar, a sala intransitável com um armário velho desmontado e muitos dias de trabalho árduo pela frente. A E. ouviu falar em pinturas (já temos decisões quanto a algumas cores) e ficou entusiasmadíssima: vai ser complicado mantê-la longe das tintas. Fiquei tão cansada com a feira que só me apetece olhar para as chitas novas que o Walter e a Irene me trouxeram e pensar em mais sacos, mas também estou ansiosa por ter finalmente maneira de manter os meus (quilómetros de) tecidos organizados.
Conheci hoje uma pessoa com quem duas horas de conversa passaram a voar (e que gosta tanto como eu dos papéis de parede do William Morris). Quando for um bocadinho mais crescida vou ter este tapete desenhado por ele.
Em flagrante: dona de um dos pares de olhos mais bonitos que conheço, a Lénia cruzou-se hoje ao almoço com um dos meus sacos e enviou-me a prova (fiquei tão contente). De quem será o ombro?

19 de junho, 2005

Deixei as compras para hoje: um colar da Liliana Maia* (eu que não uso colares apaixonei-me por este) e a irresistível Malva (I buy DIY).
O dia voltou a ser quente, mas mesmo assim houve resistentes (obrigada Tito, Dora, Sandra, Ana, Ana, Cláudia e tantos outros) a ir aos Olivais de propósito para visitar a feira. Vários bonecos e sacos partiram com novos donos, mas ainda ficaram alguns da nova leva destes e destes para acrescentar à loja.


A Camilla, a Ana e a Hilda e mais imagens.
A Feira Laica realizou-se graças à iniciativa, empenho e carolice de José Feitor e Sandy Gageiro. Bem hajam!
*Liliana Maia (atelier Limalha):
Largo de São Miguel, 3 - Alfama
1100-541 Lisboa
18 de junho, 2005

Desta e da primeira vez que se realizou, o melhor que a Feira Laica tem é o ambiente, muito mais descontraído e amigável do que o das outras feiras, e com coisas mais especiais para ver e comprar (como o irmão mais novo e aos quadradinhos do caderno liso ou a fanzine Urtiga), para além de uma animadíssima secção de comes e bebes. A parte mais quente do dia passou devagar e sem muitas visitas, mas com os feirantes e respectivos bebés animados à conversa debaixo das árvores e guarda-sóis. Com o "fresco" da tarde veio mais gente, e à hora de saída o ambiente era de festa. A E. apaixonou-se por um boneco da Camilla (já só há um) e, como eu tinha previsto, pelos patos também.
Amanhã há mais!



17 de junho, 2005

A Feira Laica é já amanhã e depois, no jardim da Bedeteca. Fui lá esta manhã com a Hilda preparar as bancas e pensar como vamos fazer para não desidratar com tantas horas ao sol. Valem-nos os relvados fresquinhos e o lago com patos, que vai fazer as delícias da E.

É o terceiro e último neste tecido, que sobrou do arranjo de uma magnífica djellaba norte-africana.
16 de junho, 2005

Quando juraste que jamais um filho teu daria de comer aos pombos não sabias do que estavas a falar. E a desculpa de que as migalhas eram só para os pardais não convence ninguém.

O toque de alvorada cá em casa é um lamuriento leitinho quentinho leitinho quentinho repetido até à exaustão/ingestão. A hora varia, mas hoje foi às 8 em ponto, altura em que quase conseguimos surpeender os bonecos a voltar ao sítio onde os deixámos na véspera (aquela história em que não me importo nada de fazer de conta que acredito).
Tenho recebido de várias pessoas uma série de links interessantes com informação sobre a história da chita. A curiosidade levou-me a estes outros:
Chitão brasileiro: só tenho pena que não seja 100% algodão.
Zuzu Angel: importante estilista brasileira, que não só usou chita e outros elementos da cultura popular brasileira na sua obra como recorreu à estampagem de tecido para transmitir uma mensagem política.
Textiles - Printed Cotton and Linen: uma história resumida dos tecidos estampados.
No whaling: mais uma, duas, três meninas contra a caça da baleia.
...e ainda: tecidos finlandeses especiais de corrida.
15 de junho, 2005

Quanto mais tento aprender sobre a história das chitas mais curiosa fico. Afinal nem se sabe bem porque razão são de Alcobaça, porque não há prova nenhuma de lá terem nascido ou de lá se fazerem mais do que no resto do país. Também ainda não percebi se continuaram sempre a ser produzidas ou se a dado ponto deixaram mesmo de se fazer e os motivos foram recuperados recentemente. De qualquer maneira ainda bem que há quem continue a desenhar chitas: há poucos dias encontrei esta, com as folhagens tradicionais redesenhadas e recoloridas. O saco pousou para a fotografia na minha loja preferida do Bairro Alto (Aleksandar Protich, Rua da Rosa, 112).

A Feira Laica, na Bedeteca, é já este fim-de-semana e ainda tenho muito que fazer (sacos, saquinhos, babetes e bonecos...). A principal atracção de certeza que vai ser a presença da Camilla, que vem da Suécia de propósito para participar.
14 de junho, 2005

(obrigada, Sónia)
13 de junho, 2005

...e um link prometido ontem à Ana (já o tinha referido aqui): Mantofev, onde há papeis por todo o lado.
PS: acabo de saber que o tecido deste saco vai estar uns anos sem ser fabricado. Já só tenho um na loja, porque os irmãos voaram no fim-de-semana. Entretanto, no Flickr já andam vários outros a passear.
PPS: le blog du jour, a Hobby Princess vai directa ao assunto no que diz respeito aos blogs crafty. Outro link para o meu Kinja (via Hillary).


A Ana veio ontem ter comigo, numa altura em que, vítima aguda de TPM, já tinha dado ao F. argumentos suficientes para me fechar na dispensa. O ponto alto foi ao fim da manhã. Eles tinham ido à rua e eu liguei a televisão enquanto trabalhava, na esperança de encontrar este senhor. Enganei-me no canal e acabei por ver talvez três minutos de um programa comemorativo do dia de Camões que me deixou envergonhada até agora. Como é possível que um canal do Estado faça um programa naqueles moldes? Que interesse tem cortar e montar n entrevistas de rua com o objectivo de mostrar que os Portugueses se sentem muito orgulhosos de o serem, que Portugal é muita giro por causa da praia? Como é que se põe no ar um constitucionalista a falar da necessidade de defender a raça portuguesa e se explora ao exagero quem (mesmo) sendo português conseguiu alguma notoriedade noutro país (a lógica é sempre esta)? Confronte-se o tom do programa com as notícias do fim-de-semana e a reportagem sobre Marco de Canaveses da Pública e releia-se Orlando Ribeiro para ter mesmo a certeza que que as fronteiras portuguesas são mesmo só uma construção política. Nem é preciso TPM para ficar mal-disposto.
Mas a verdade é que graças à Ana passei o resto do dia a pensar em coisas melhores. Passei-lhe alguns bocadinhos da minha enorme colecção de papéis e agora fico à espera de ver nascer mais papelsonagens.
E, para (me) animar, uma deliciosa inutilidade tricotada, via Chuculeta con Ratón.
11 de junho, 2005

10 de junho, 2005

Ultimamente, quando sai comigo, a E. quer levar à rua os livros preferidos dentro de um saco. Temos levado o saco do Mico feito pela Alê ou o o saco-joaninha mas também lhe quis fazer um, claro, até porque no porta-tá só cabe o telefone. Usei um tecido português que deixou de se fabricar (já o tinha usado aqui) e uma das minhas fitas antigas preferidas.
Links:
Carimbos japoneses (via Horoscope Mura).
Depois dos Minilabo, que conheci há pouco tempo, uma maré de bonequeiros franceses, via One Good Bumblebee: Fofi, Clémentine Collinet, Colonel Moutarde e Shinobu.
...e mais uma boneca bem acompanhada.

Outro saco na loja (obrigada à modelo) e outra ilustradora sueca de cujo trabalho gosto muito.

Curtas:
O saco de chita da Mariana.
Uma mala feita a partir de um livro.
(sabe bem ver boas ideias a nascer)
09 de junho, 2005

Bem acompanhas, ao lado da Hilda, da Dina e das outras meninas, estamos na Visão desta semana.
*canção de Gilberto Gil.

...é o título de um livro publicado no Brasil sobre a história das chitas (o notícia foi-me dada pela Ale). Os meus sacos de chita já andam a passear e um deles, ao ombro da minha mãe-de-blog Mariana, do outro lado do Atlântico. Na loja, hoje há mais um.
Bem instalado, um boneco à espera de uma Leonor.
Yokodoll: um dos links que repito mais vezes, desta feita porque as coisas dela já se vendem em Paris.
08 de junho, 2005

A Tiny Showcase é uma pequena galeria online que vende ilustrações em tiragens de 50 exemplares, impressas com excelente qualidade e a preços mais do que acessíveis. O mais difícil é resistir-lhes: já tenho uma da Penelope Dullaghan e hoje não resisti à da Camilla. Gostava de lá ver também, entre muitos outros, a Mariana e o João.

07 de junho, 2005

De todos nós, o dever de celebrar a vida a cada momento.
Numa das vidas que não tenho dedico-me a estudar o funcionamento do cérebro, e a perceber aquela espécie de comichão dentro da cabeça que vem com as ideias impossíveis de arrumar com as ferramentas e categorias que usamos para perceber o dia-a-dia. A mim basta-me pensar na infinitude do Espaço para começar a emitir mentalmente mensagens de erro.
E como obrigar a mão a escrever na agenda funeral ao lado do nome que a cabeça só me deixa associar a coisas boas?
06 de junho, 2005

Links:
Via Schmeebot: serigrafia caseira (fiquei cheia de vontade de experimentar) e Softheads.
♥ cadernos: rescued paper notebooks e indian exercise books.

Em contagem decrescente para o lançamento.
05 de junho, 2005

Mais sacos na loja: em azul, como o primeiro...
...e em amarelo, como o Verão.


Links:
Tie one on: depois do A Month of Softies, o apron of the month.
Les Toiles du Soleil: tecidos franceses bons para fazer sacos e outras coisas. Vendem-se no Japão.
Vintage favorites da SouleMama. Os meus preferidos são as luvas-fantoche (vou fazer umas no próximo Inverno).
04 de junho, 2005


Já perdi as ilusões quanto à hipótese de ficar contente com uma fotografia minha impressa numa revista (só espero não ter tirado o apetite à minha amiga Ana). Mas ver uma braçada de bonecos assim em grande e a cores sabe bem, claro.
03 de junho, 2005

Finalmente consegui voltar a levar algumas bonecas para as duas primeiras lojas que me acolheram, a NoKidding e a Maria Caracoleta...
Links:
Red Current: apesar de ter nascido a meio da década, sou decididamente uma filha dos anos setenta. Ficava já com a toilette do meio.
Anthropologie: a pensar em mais sacos.
HippieCoco: a coelha ao fundo da página (aqui em versão traduzida).
Pindot: na loja dos meus sonhos também há um cantinho assim.



Os sacos de chita continuam e ainda tenho vários padrões para experimentar. Os primeiros que enviei já devem estar a chegar às suas novas moradas, e quem sabe se um destes dias me cruzo com um na rua.
Via Maia: outros sacos de usar e não deitar fora.
A poucos meses de a E. ir para o infantário, ando mais do que nunca atenta aos grupos de meninos que vejo na rua a caminho do jardim. Anteontem ouvi a seguinte pérola, saída da boca de uma mulher que, com outras duas, acompanhava um grupo de crianças de três e quatro anos: fazes nas calças, levas, ouviste? (de mão levantada e ar ameaçador). Mal recuperei o sangue-frio fiz questão de perguntar de que instituição vinham, para ficar a saber. É mais fácil perceber onde não pôr os nossos filhos, apesar de tudo.

A semana passou a correr, com tantos compromissos e combinações que o tempo nunca chegou para todos. Ainda não consegui ir ver a exposição da Maria Beatriz (de quem vou ter um quadro quando for grande) nem ao Salão Lisboa, tenho dezenas de emails por responder e várias decisões a tomar. Faltam cada vez menos dias para a Feira Laica (que conta com a participação especial da Camilla) e ainda não escolhi a cor para as paredes do meu escritório. Puf, puf, puf...
Finalmente, o site da Alice Geirinhas.
02 de junho, 2005


Flores, galos, perús (em mais um saco) e vontade de ir de férias...
01 de junho, 2005

Recebi da Cláudia esta fotografia com a boneca que agora se chama Vitória. Até fiquei com vontade de tirar a minha Lomo da gaveta, se bem que me tem ocorrido que os telemóveis que tiram fotografias (eu não tenho um mas gostava) são uma espécie de nova encarnação destas máquinas...

A Quer abre hoje às 18.00h. Fica no Lumiar, meio escondida no meio dos prédios, mas tem uma estação de metro bem perto e um mini parque infantil muito bonito mesmo em frente à porta. Há alguns meses que acompanho o projecto desta loja, saído da cabeça e da vontade de duas mães, e é um espaço que merece ser conhecido. A escolha criteriosa dos produtos (não gosto de lhes chamar assim) é uma das principais preocupações da Amélia e da Susana e eu só tenho pena que ainda não estivesse aberta quando andei à procura de um carrinho de madeira para a E. passear pela casa.
Na semana passada, quando fui finalmente ver o espaço, uma das coisas que me chamou a atenção foi um kit para fazer uma boneca de pano. Mas também lá há bonecos já feitos, e alguns deles são meus:

Quer - inspiração para crescer
Parque Europa
Rua Agostinho Neto, 35 loja B
Edf. Guimarães
1750 Lisboa
Tel/Fax: 217 571 066
Email: quer@quer.com.pt
Estação de Metro: Quinta das Conchas

Outro saco de chita muito útil para pôr coisas dentro, como diria o Joanica Puff, com riscas cor de cereja e que também está na loja (os azuis já foram todos embora).
« maio 2005 | Entrada | julho 2005 »
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