a ervilha cor de rosa
blog shop etc.

janeiro 2005

o forward do óleo

31 de janeiro, 2005

Na semana passada recebi pela enésima vez o forward do óleo (e eu que detesto forwards). Desta vez vinha de um remetente brasileiro mas o conteúdo era o mesmo: um texto que, com a melhor das intenções, apela a que os óleos alimentares que usamos em casa sejam postos no lixo dentro de uma garrafa de plástico, garantindo que assim, as nossas garrafinhas serão abertas e vazadas no local adequado, em vez de irem juntamente com os esgotos para uma ETA (Estação de Tratamento de Águas). A verdade é que, tendo percorrido os sites do Ponto Verde, da empresa que processa os resíduos sólidos de Lisboa e do Departamento de Higiene Urbana e Resíduos Sólidos da CML, não encontrei nem um parágrafo dedicado ao tratamento dos óleos alimentares. Através do Google aparecem apenas notícias de iniciativas isoladas de recolha de óleos usados pela indústria e restaurantes e páginas como esta. Não acredito que haja funcionários a abrir as garrafas de plástico que vão misturadas no lixo para ver se o que lá está dentro é óleo para reciclar (blherrque!). Se todo o lixo que produzimos fosse triado manualmente não havia grande necessidade de ecopontos... Resta-me aguardar uma resposta ao email que enviei para a DHURS.

Entretanto, mal ou bem, lá entreguei a candidatura aos Jovens Criadores. Escrever sobre o que faço com o intuito de impressionar um júri invisível é uma tarefa penosa. Não estou nada confiante. Na fila para tirar as cinco fotocópias de que precisava, outra rapariga armada de ficha de inscrição. De casaco vermelho e quase tão despenteada como eu, segurava os CDs e papeis de forma ainda mais insegura e olhava para os lados como se esperasse a todo o momento que alguém lhe fosse dizer qualquer coisa desagradável, o pouco que faltava para a demover e fazer com que fosse para casa lavada em lágrimas. Devia ter-lhe oferecido um chocolate.

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maria

maria
Agora a E. já não é a mais pequenina da família.

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#121

29 de janeiro, 2005

vintage catwalk
050129_121_2.jpg
softiebutton.gif
Thank you Claire!

(tenho de correr, vou apanhar o combóio)

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dormir ou não dormir

28 de janeiro, 2005

*
Conseguir ou não conseguir entregar a candidatura aos Jovens Criadores, acabar ou não acabar a tempo a minha contribuição para o A Month of Softies, ter ou não ter roupa lavada que chegue para ir ao Porto este fim-de-semana conhecer a minha prima recém-nascida?

Tricots-maravilha: Snake Scarf e Bear Paws.

Tsunami Quilt: o número de participações não pára de crescer e de surpreender. Tomara que o resultado final tenha a projecção que merece.

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#120

27 de janeiro, 2005

bunny

Arte Ilimitada: um espaço na Estrela que estou ansiosa por ir conhecer.

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prendas

babetes
Não dizem orgulho dos avós nem o meu outro carrinho é um stokke xplory. A ideia é mesmo absorver e evitar pelo menos uma das múltiplas mudas de roupa diárias de que os recém-nascidos precisam (pelo menos se bolsarem como a E.). Um para a Maria, um para a Carolina, um para a Matilde e outro para a outra Matilde.

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lx mmv

26 de janeiro, 2005

broklos
Mesmo tendo lido textos e mais textos manuscritos dos séculos XIV a XVII (incluindo um processo da inquisição de Évora de fio a pavio e pelo original), nos quais tirar o máximo partido do suporte e do tempo implicava abreviar quase todas as palavras com regras bem definidas, às vezes ainda fico um bocadinho chocada. É prova de que estou a ficar velha.

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#119

25 de janeiro, 2005

050125_boneca119.jpg
Em menos de um mês nasceram de pessoas que me são próximas quatro bebés. Mesmo sem ter dado colo ainda a nenhum deles todos os dias me revejo naqueles primeiros dias de deslumbramento e angústia, no cheiro maravilhoso e inesquecível do meu bebé assim que nasceu, na energia inesgotável e no cansaço que nunca nunca acaba.

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#118

24 de janeiro, 2005

coelho-ta
Mais um coelho-tá, aqui a tiracolo na E. Nunca mais consegui encontrar deste tecido à venda. Ando a usar aos bocadinhos o pouco que ainda tenho.

Quando me vê muito concentrada ao computador ou quando demoro mais do que o tempo regulamentar a responder aos seus apelos repete resignada a frase que lhe disse uma vez: a mamã a coia potanti (a mamã está a fazer uma coisa importante).

Eye-candy:

My Paper Crane: um boneco-casa de guardar lápis e canetas.

Secret keepers: marsupiais guardadores de segredos.

HeartFeltDesign: coisas e mais coisas, incluindo malas lindas como esta.

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#117

23 de janeiro, 2005

menina de chita
...e uma menina de chita a caminho do Rio de Janeiro, onde vai morar com a prolífica Mariana Massarani.

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#116

22 de janeiro, 2005

boneca
Finalmente pronta para voar em direcção a Porto alegre, em troca do mobile que a Manu fez para a E. Tomara que ela goste.

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...

21 de janeiro, 2005

envelope
(Os funcionários da nossa estação dos correios já me conhecem).

Schmeebunny: um delicioso coelho magricela e outras coisas para tricotar.

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#115

boneca de seda

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#114

20 de janeiro, 2005

menina
Já tinha saudades destas meninas.

Felt Cafe: Um dia também vou aprender esta técnica.

Gnomey: mais um gorro de tricot com instruções.

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quase 23 meses

19 de janeiro, 2005

Boa parte das minhas manhãs são passadas entre a mesa do computador e a das agulhas, com a E. a brincar no espaço que fica entre uma e a outra (e frequentemente também em cima e por baixo de uma e da outra). O ideal seria conseguir teclar com uma mão, coser com a outra, desenhar (um cão, um gato, um passarinho, uma minhoca e uma banana, por esta ordem e muitas vezes) para a E. com um dos pés e ficar com o outro livre para as emergências e reflexos rápidos que com um toddler por perto são uma constante. Como tenho de me limitar a fazer uma ou no máximo duas destas coisas de cada vez (e sem o auxílio dos pés) acabo por recorrer bastantes vezes a entreter a E. com o que me ocupa nesse momento, explicando-lhe o que estou a fazer e, quando a paciência é muita, convidando-a a fazer as coisas comigo (pôr o recheio nos bonecos, por exemplo, é uma das actividades predilectas). Esta manhã, ao falar mais para mim do que com ela sobre como não sabia por onde andava uma certa lata que queria encontrar, igual à que tinha nesse momento nas mãos, ela surpreendeu-me com um decidido iôta iata cá qui e puxou-me, corredor fora, até apontar orgulhosa para a dita outra lata, na qual nunca tinha mexido e de cuja existência não me passaria pela cabeça que soubesse. Parece que de um dia para o outro o meu bebé se transformou numa pessoa.

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ainda não é primavera

turco
Ontem apaixonei-me por uma casa. Passo por ela quase todos os dias mas só ontem a vi por dentro: deixou-me fascinada, com o coração a bater mais depressa e sensação de que tinha acabado de encontrar a casa dos meus sonhos, a casa. Nunca mais vou poder passar por ela e ficar indiferente.

Desktop de malha: fiz uma imagem para o desktop com esta fotografia. Está disponível em dois tamanhos, aqui.

Lizette Greco: também eu estou ansiosa por poder fazer bonecos a partir dos desenhos da E.

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tsunami quilt

seeds of hope
A ideia partiu da Marta: criar um quilt (manta de retalhos) colectivo e leiloá-lo a favor das vítimas da catástrofe de 26 de Dezembro (as regras estão explicadas aqui). Fiz o meu ontem à noite. Para ajudar à divulgação do projecto também já foi criado um grupo no Flickr.

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...

18 de janeiro, 2005

puro
Enquanto a E. descobre o poder do não e das birras confronto-me, às vezes desanimada, com esta coisa de ser crescido que nos faz domar as vontades e fechar a tampa dos compartimentos em que as guardamos. Como esta vontade que tenho de ir ali à cozinha fumar um cigarro.

Mariana Newlands: sempre ela, minha mãe-de-blog, que parece que tira fotografias dos sonhos mais bonitos que tenho.

Eleanor Rigby: comprar já ou esperar pelo paperback?

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fuschia

edredao
Não sabia que fuschia era o nome em Inglês da flor a que nós chamamos brinco de princesa. Pensava que era só o nome que as revistas davam a este tom de cor de rosa impossível de fotografar com a minha máquina.

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majora

17 de janeiro, 2005

carimbos
Quando eu era pequena a Majora tinha, entre muitos outros jogos, um que se devia chamar jogo dos correios ou qualquer coisa parecida. Nesse jogo vinham uns conjuntos de papel de carta com vários motivos, envelopes, folhas de selos de várias cores e valores, um carimbo e uma almofada de carimbo, tudo à escala de quem tinha começado a escrever há pouco tempo. O objectivo do jogo era óbvio: escrever cartas, colar selos, carimbar os envelopes e deitá-los nos marcos do correio imaginários (gavetas semi-fechadas e outros), fazer de carteiro, receber as cartas, responder-lhes, etc. Eu adorava.

Chegaram hoje os meus carimbos novos, vindos da Stamp Francisco. Podia ficar toda a tarde a brincar ao jogo dos correios.

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tintinho

cobertor
Os tecidos são o meu novo brinquedo. Tiro-os das caixas, espalho-os no chão, organizo-os por cores, depois por tamanhos, a seguir por padrões. Dobro e desdobro cada um para ver melhor, para os pôr uns ao lado dos outros a ver qual combina com qual. A E. junta-se a mim e repete como pode os gestos que faço. Quando me distraio, todos os pã-os (panos) se transformam num instante em esconderijos ou lençóis para as bonecas.

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#113

16 de janeiro, 2005

boneco de pano

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não esquecer

15 de janeiro, 2005

d
Encontrar mais vezes tempo para estar com as pessoas de quem gosto.

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mais tricot

14 de janeiro, 2005

elle
A encerrar (ou não) a maré de artigos sobre tricot, a Elle de Fevereiro publica um artigo bastante informado e que inclui uma entrevista que dei em Dezembro.

Tsunami Quilt: Para participar neste quilt (qual é a tradução portuguesa adequada, manta de retalhos?) colectivo, que será leiloado a favor das vítimas do terramoto de 26 de Dezembro, basta criar um quadrado em qualquer matéria têxtil (algodão, lã, etc.) de 15 cm e enviá-lo para a morada divulgada na página até 15 de Fevereiro. A Tania e a Mimi já fizeram os delas.

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#112

magic marsupial

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curtas

13 de janeiro, 2005

Camilla Engman: Já era fã das ilustrações. Os bonecos, que estão desde hoje à venda, são dos meus preferidos de todos os que vi até agora.

A Dina já tem uma página no Flickr.

Denim People: Encomendei-o há dias para fazer finalmente uma camisola prometida há mais de um ano. A lã (que na verdade é algodão) já chegou e estou ansiosa por começar.

Em atraso: boneco por acabar há vários dias; 97 emails na inbox.

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change of heart

12 de janeiro, 2005

folhas
Olha, hoje estive em pleno jardim de Belém, a tricotar. Passaram por mim umas miúdas de 16/17 anos, ficaram a olhar. Comentário: olha que fixe, uma rapariga nova a tricotar! Também quero aprender! Vou pedir à minha mãe que me ensine!

Este bocadinho de um email que a Lénia me enviou ontem pôs-me a olhar para o fenómeno de uma maneira muito mais positiva. Deu-me aquela sensação optimista e para mim fundamental de que está de facto nas mãos das pessoas mudar as atitudes e rever os preconceitos que tantas vezes não questionamos. Se esta maré de artigos tiver contribuído para a reacção daquelas e de outras raparigas perante o tricot então não me parece um preço muito alto a pagar (oxalá pôr mais gente a separar e reciclar o lixo fosse assim tão simples). Quanto às enchentes nos encontros creio que a evolução natural das coisas (se o entusiasmo não esfriar entretanto) será a criação de uma série de novos grupos que permitam realizar encontros mais pequenos, frequentes e sossegados - acaba agora mesmo de nascer mais um, em Oeiras, e espero que Lisboa tenha a mesma sorte.

Lace knitting: desenhar com liga e meia.

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feedback

maxima

A curta entrevista que dei a uma jornalista da Máxima, há uns meses, foi rápida e descontraída (acho que se nota no artigo). Nada rápida nem descontraída (para mim, pelo menos) foi a sessão fotográfica que teve lugar uns dias mais tarde, com direito a maquilhadora e tudo (maldita inexperiência, que não me deixou dizer-lhe simplesmente que como nunca uso maquilhagem aquilo não fazia sentido). Apesar de a fotógrafa ser muito simpática e de ter tentado por todos os meios pôr-me à vontade é óbvio que não o conseguiu. Custa-me olhar para aquela cara na qual não me reconheço (e também me custa admitir a importância que dou àquela imagem quando o texto me deixou tão satisfeita).

Consolo-me com emails como este:

Dear Rosa,

Thank you so much for the doll my son absolutely loves it - as do I!

The fabric is gorgeous and beautifully soft.

Thank you very much for making it for us. I'll definitely keep checking your site as I'm sure the doll will need a friend in the near future!

Hoje envio pela segunda vez um boneco para a Ásia. O primeiro foi para o Japão e este vai para Singapura!

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duizendpoot*

11 de janeiro, 2005

tricot
Depois da enchente do encontro de ontem, das várias inscrições no grupo desde então e de ter chegado a casa sem ter tricotado uma única malha resolvi:

- não ter pena de dizer às pessoas que estes encontros foram pensados para quem já sabe tricotar e não para quem quer aprender (de outra forma o resultado é que quem foi a pensar que ia descontrair um bocadinho de agulhas na mão acabou por passar uma hora a dar aulas).

- Dizer não a quaisquer novos meios de comunicação interessados em explorar o assunto. Por muito simpáticas e correctas que tenham sido todas as pessoas que até agora divulgaram os encontros (e foram-no, sem dúvida) já chega de notícias sobre o tricot. Até eu começo a enjoar.

- Encorajar a criação de outros grupos dentro da cidade de Lisboa (já lá está um à espera de quem tome conta dele). Organizar encontros com mais de vinte pessoas dá demasiado trabalho (encontrar um espaço adequado, obter autorização, etc.) e é muito mais divertido e sossegado quando somos menos.

- Não me sentir obrigada a ser educada e paciente com pessoas cuja prima da nora da vizinha viu uma notícia sobre os encontros e que por isso foram à procura do meu número de telefone(!) e me telefonam para casa(!) para eu lhes explicar pessoalmente tudo sobre o assunto (note to self: tirar o número da lista telefónica).

A verdade, simples e egoísta, é que eu queria fazer um bocadinho de tricot nos encontros de tricot...

*mil pernas em holandês (hi Karin!)

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a grande fuga

silas.jpg
A Grande Fuga, de Peter Lippman (edição da Plátano do original The Great Escape), foi um dos meus livros preferidos em pequena. Ontem, ao subir a rua e já atrasada, não resisti a parar para fotografar o protagonista Silas, que espreitava de dentro de um contentor do lixo.

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tchque tchque tchque

10 de janeiro, 2005

fazer desfazer
O encontro de hoje promete, com o regresso da Hilda e a presença da Dina Piçarra. Entretanto já são dois programas da manhã a tentar convocar as tricotadeiras para a televisão. Seria muito fácil transformar tudo isto num fenómeno ridículo...

Na próxima semana, encontro em Almada.

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*+oo+**o~*

08 de janeiro, 2005

princesa de colar

(...e obrigada por todos os sins).

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nota

07 de janeiro, 2005

jovens criadores
Decidir rapidamente se me candidato ou não aos Jovens Criadores.

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tinta bi

06 de janeiro, 2005

elevador
Durante todo o passeio a E. não largou o seu novo potinho de tinta bi (verde) e mal chegou a casa pediu logo para fazer patua.

Tricot:

A Dina Piçarra, cujos lindíssimos trabalhos conheci na Feira Laica, vai ter novos tricots em exposição na Galeria Monumental*. Só lá vão estar entre hoje (a partir das 18h) e Sábado (até às 19h). Encomendas e elogios (sem esquecer os votos de um fim de gravidez saudável e descansado) devem ser enviados para dinapicarra arroba sapo ponto pt.

E mais:

Meninas aos riscos: coisas feitas pela Débora e pela Sílvia.

Milk magazine: encontrei finalmente um site através do qual se pode encomendar esta revista.

*Galeria Monumental: Campo dos Mártires da Pátria, 101 (tel.213533848)

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micro-edredão azul

edredão

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mabooki

05 de janeiro, 2005

cobertor
O próximo encontro de tricot vai acontecer num sítio que já me tinha sido recomendado mas que só agora fui descobrir: a livraria espaço cultural africano Mabooki. Para além de livros e de uma zona de café, a Mabooki tem algum artesanato escolhido a dedo e tecidos africanos que se podem comprar ao metro. São uma tentação irrestistível - trouxe logo este, rosa e dourado, e um outro que ainda não usei. Entretanto, esta semana chegámos aos 100 (agora já 101) inscritos no grupo das tricotadeiras de Lisboa. Razão mais que suficiente para o nascimento de duas filiais destinadas a reunir mais facilmente quem vive nos arredores de Lisboa: o grupo de tricot de Sintra-Cascais e as/os Tricotadeiras/os da Margem Sul.

E um link:

Stamp Francisco: não sou só eu que adoro brincar com carimbos.

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loading

loading
É em dias como hoje que me apercebo de quão importante é para mim este espaço.

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micro-edredão

04 de janeiro, 2005

edredão
Um micro-edredão ou mudador feito de chita de Alcobaça. É tão confortável que só me apetecia caber debaixo dele (ou ter paciência para fazer um que servisse na nossa cama).

De loja em loja descubro:

Natalia Gianinazzi: Há cerca de um ano, num dia de Inverno, esta menina Suíça começou a fazer bonecos, os Grueslies. Todos nascidos da sua cabeça, todos únicos e numerados (adoro estas coincidências).

Rebecca Wheeler: Bonecos que não são para brincar (ou são?), cheios de pormenores e com um livro de histórias.

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abia a patua*

03 de janeiro, 2005

E. a pintar
Desconfio que nada (a não ser, talvez, a toupeirinha) faz a E. tão feliz como poder mexer em tintas. Quando subimos a rua juntas recita orgulhosa a cor de cada pichagem (e são muitas) e em casa sempre que ninguém repara vai remexer a gaveta dos acrílicos. Se com as canetas a brincadeira passa cada vez mais por representar alguma coisa (e pedir-nos tantas vezes quantas a nossa paciência permitir que desenhemos de seguida e por esta ordem um gato, um cão, um passarinho e uma minhoca), com o tinta o prazer está na mancha, nas texturas, na superfície, nas pingas (e no chão, na roupa, no cabelo, etc.).

*a Elvira está a fazer pinturas

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começar

02 de janeiro, 2005

ano novo
Mudar para a agenda nova, fazer seguir para a próxima pessoa o livro que acabei de ler, pensar no que vou fazer com as lãs que a Mitiko me mandou...

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#111

01 de janeiro, 2005

sunny
A E. acordou muito cedo no primeiro dia do ano. Cedo que chegue para apanhar a luz especial que nesta altura banha a nossa sala durante mais ou menos meia hora.

KDunk: Há quase dois anos que acompanho em silêncio esta rapariga. Leio regularmente o que escreve, olho para as fotografias que tira e para as que lhe tiram a ela e em todo este tempo quanto mais próxima dela me sentia menos à vontade ficava para lhe escrever ou simplesmente deixar um comentário (um simples gosto tanto do que escreves e de como olhas para as coisas não me parecia ser suficiente). Hoje de manhã recebi um email dela. Fiquei tão contente...

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